14 Maio 2008

XXVII Seminário Nacional da Propriedade Intelectual

O XXVII Seminário Nacional da Propriedade Intelectual com o tema "A Contribuição da Propriedade Intelectual para a Aceleração do Crescimento", será realizado nos dias 26 a 28 de agosto de 2008 na cidade do Rio de Janeiro - RJ.
Site do evento.

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Prêmio Jovem Cientista é lançado na região Nordeste


Educação para a redução das desigualdades sociais. Esse é o tema da 23ª edição do Prêmio Jovem Cientista. A iniciativa é uma parceria do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), do Grupo Gerdau e da Fundação Roberto Marinho e tem o objetivos estimular a pesquisa, revelar talentos e investir em estudantes e profissionais que procuram alternativas para os problemas brasileiros.
O lançamento desta edição, na Região Nordeste, ocorre, amanhã (15), no Centro de Extensão José Farias Nóbrega da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba. Leia mais>>

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Pesquisadores criam anel de blogs científicos







Pesquisadores do Laboratório de Divulgação Científica da USP, campus de Ribeirão Preto, criaram o Anel de Blogs Científicos, um portal que reúne tudo que se publica em blogs sobre ciência em língua portuguesa.
Blogosfera científica
O objetivo é criar uma blogosfera científica, ou seja, blogs (páginas pessoais) interligados entre si. Também está em elaboração o C&Tube, um blog exclusivamente com vídeos sobre ciência.
Nas primeiras semanas de funcionamento o Anel já reúne mais de 25 blogs da área e a estimativa é de se chegar nos próximos dias a 200 blogs cadastrados. "Esperamos que essa concentração de links provoque um aumento do fluxo de visitas nos blogs e um maior intercâmbio e troca de experiências entre blogueiros científicos", explica o professor Osame Kinouchi Filho, da FFCLRP, que integra a equipe responsável pelo projeto. Leia mais>>

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29 Fevereiro 2008

Inovação e Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas

Clique sobre a imagem para ampliá-la.

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20 Janeiro 2008

Justiça mantém em domínio público remédio contra a trombose

 

Uma boa notícia para quem tenta se tratar da trombose. A Primeira Turma do Tribunal Regional Federal da 2a. Região (Rio de Janeiro e Espírito Santo), especializada em propriedade industrial, decidiu nesta terça-feira, dia 15, manter em domínio público o remédio Plavix, usado no tratamento da trombose arterial. Ao negar por unanimidade a prorrogação da patente ligada ao medicamento, como queria seu fabricante, os desembargadores concordaram com o entendimento do INPI e mantiveram a produção do genérico, que sai até por um terço do preço original.

Uma rápida pesquisa sobre o Plavix na Internet mostra que o medicamento original sai por cerca de R$ 260 (caixa com 28 comprimidos). Enquanto isso, os genéricos e similares, com o mesmo número de comprimidos, custam entre R$ 80 e 110. Ou seja, a diferença entre o mais barato e o mais caro pode ficar acima de 200%. Leia mais >>

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Finep libera R$ 20 milhões para empresas inovadoras

Liana Melo, O Globo


ECONOMIA - A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), agência de inovação do Ministério de Ciência e Tecnologia, aprovou o investimento em um novo fundo de capital semente: o HorizonTI. Em três anos e meio, o novo fundo vai liberar financiamento da ordem de R$ 20 milhões para dez empresas inovadoras, dos quais R$ 8 milhões serão aportados pela FINEP. O HorizonTI é o primeiro fundo do Inovar Semente - programa que, em seis anos, vai aplicar R$ 300 milhões em cerca de 24 fundos da categoria capital semente - que é uma modalidade de investimento focada em apoiar empreendimentos em estágio pré-operacional. A iniciativa conta com a parceria do Fundo Multilateral de Investimentos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (Fumin/BID).
Em 2008, a FINEP espera anunciar investimentos em seis novos fundos de capital semente, que juntos aplicarão R$ 120 milhões em cerca de 150 empresas. O investimento da Financiadora vai ficar em torno de R$ 8 milhões por fundo.
(10/1/2008)

Fonte: FINEP

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"Ganamos o nos educamos robando contenido de la internet?"

Vencer los prejuicios en los paradigmas emergentes, resulta una de las practicas mas oportunas, en una transicion paradigmal. Algunos educadores se lanzan a la critica desaforada e irresponsable, en terminos de los impactos de la Internet, en el desarrollo de capacidades -sobre todo en ninos, ninas y jovenes- simplificando las practicas de lecto-escritura de sus alumnos a la tarea acritica del "copia y pega".

El proceso de aprendizaje y ensenanza ha sufrido profundas mutaciones a lo largo del siglo XX, en parte gracias al movimiento de profundizacion de las ciencias sociales y las llamadas ciencias del comportamiento, mas es ya a finales del siglo pasado cuando la introduccion de las PC o estaciones de trabajo, a los entornos escolares, permitieron, que los ciudadanos/as del mundo no industrializado o Tercer Mundo, disfrutaran de las perplejidades y nuevos aprendizajes, para operar un computador. Cuando escuchamos hablar sobre la internet, muchas personas, fruncen el seno, se encojen de hombros o bien, adoptan de inmediato una actitud apasionada en favor o en contra, particularmente de su utilizacion en la interaccion escolar.

El presente articulo procura una vision, al alcance padres, organizaciones comunitarias y tomadores de decisiones, sobre algunas apuestas, en relacion a la lecto escritura, basandose en experiencias y observaciones en Gran Caribe y America Latina, de mediados de los 90s hasta epocas recientes, en siglo XXI.

Una cosa muy distinta, es ocultar el vahido de la tecnofobia que sacude cotidianamente a muchas personas mayores y otra es la lucha, en campos sensibles a los creditos autorales,- empresas, academico y creativo -por la: honestidad, la humildad, la integridad, la transparencia o el ejercicio sistematico de la imaginacion en la solucion de problemas, con bajo nivel de estructuracion, en el mundo contemporaneo.

Pero la creatividad del saber hacer, saber pensar, saber aprender y saber emprender, no puede mantenerse atada a la linealidad del pensamiento cartesiano/ fordista, so pena de estar cultivando en las aulas, una nueva generacion de dinosaurios.

Como pensar la competitividad ? O la adaptacion a una cadena de valor, basada en intangibles, si la metrologia, los sistemas de evaluacion, se mantienen anclados a la gestion de los patrimonios tangibles, en un mundo, donde el predominio de los servicios y la desmaterializacion, hacen ola?

La creatividad como la nena rebelde ha salido a pasear y a airearse, muy lejos de los confnes tradicionales de las artes, las artesanias o las cornisas y torres de marfil de la literatura, para convertirse en una exigencia de supervivencia, de cualquier actividad, social, economica, domestica, gerencial o innovadora. El tiempo de libro de texto unico, de los monopolios de la verdad o de los aparatos hermeneuticos, para su fijacion en el adoctrinamiento para ninos y jovenes afortunadamente ha concluido: la sociedad pluralista demanda otro tipo de perfiles estudiantiles y profesoras, mas acordes, con las demandas de recursos humanos, en capacidad de relacionar, el hoy -aqui y ahora, de un territorio, con el destino, las esperanzas de la humanidad.

Tal meta resulta poco menos que inalcanzable para los paises mas pobres, sio se precisar heramientas, recursos y saberes, vinculados a estrategias de aprendizaje, como la sintesis, la comparacion, la verificacion, la clasificacion e interpretacion. De saber pensar, en suma para poder participar con responsabilidad, con imaginacion, valores democraticos y talento, en el mundo emergente, donde muchos de los rasabios de las cosmovisiones adultocentricas y autoritarias, no tendran cancha para jugar.

Yoe F. Santos

Direccion Ejecutiva Centro Cultural de Intercambio Audio-Visual,

Inc cciav.org Santiago de los Caballeros 26 Diciembre, 2007

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Tendências dos direitos de propriedade intelectual na Índia - 2007


Os Direitos de Propriedade Intelectual (DPI) desempenham um papel importante nos domínios social, econômico e cultural de uma sociedade. DPI na Índia estão ganhando muita atenção e importância. IPR Helpdesk, da empresa Perry4Law, vem continuamente celebrando   o Dia Mundial de Propriedade Intelectual a cada ano, a fim de equiparar a DPI indiana com padrões e normas internacionais mínimas. A "iniciativas únicas", de Perry4Law, visa coordenar esforços e conhecimentos de DPI internacional e nacional e a gestão do desenvolvimento da PI, por um lado,  e as questões relacionadas com a agenda de desenvolvimento, por outro. A Iniciativa Especial contra a Falsificação e a Pirataria foi empreendida por Perry4Law tendo em mente os desafios da Era Electrônica e Millennium Digital. IPR Helpdesk também está mantendo Tendências de DPI  na Índia e esta é uma delas. Leia mais >>

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Cientistas estão preocupados com riscos ambientais e de saúde da Nanotecnologia

O desconhecimento dos impactos da nanotecnologia sobre o meio ambiente e a saúde humana são uma preocupação muito maior para os cientistas do que para o público em geral, de acordo com um novo relatório publicado na revista Nature Nanotechnology.  Leia mais >>

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ABDI divulga as apresentações do Seminário "Talentos para a Inovação"

O Seminário "Talentos para a Inovação", que ocorreu dia 30/11, na Fiesp, analisou e debateu o quadro atual da organização da pesquisa e formação de recursos humanos com vistas às necessidades e perspectivas da inovação industrial no Brasil

Confira aqui todas as apresentações:

- Talentos para a Inovação: Formação de Recursos Humanos e Organização da Pesquisa - Fernanda Sobral - UNB

- Atração de Investimentos de Pesquisa e desenvolvimento de Empresas transacionais - Anderson Rossi - ANPEI

- Visão Internacional de programas para a Formação e recursos Humanos para atender as necessidades de Desenvolvimento Futuro da Indústria - Hector Osório - IBQP

- Talentos para a Inovação - Dr. Jailson Bittencourt - Instituto de Química - UFBA

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O desenvolvimento econômico da nanotecnologia - uma análise baseada em indicadores

 
A Nanotecnologia tem a capacidade de se tornar o avanço mais promissor da tecnologia para este século. Oferece um enorme potencial de aplicações e benefícios econômicos, contribuindo significativamente para a economia européia. Enormes avanços tecnológicos estão sendo feitos na corrida  mundial para o progresso. A posição de partida da Europa para esta tecnologia interdisciplinar, e baseada no conhecimento, é promissora. Mas, muito mais deve ser feito no sentido de converter a excelência científica e tecnológica da Europa em  retorno econômico, sob a forma de novos produtos, processos de produção e empresas intensivas em nanotecnologia que podem ser acessadas publicamente. O foco foi colocado sobre a análise da Europa, em comparação com os seus principais concorrentes.

The economic development of nanotechnology - An indicators based analysis. (PDF)
Author: Dr. Angela Hullmann
European Commission, DG Research,
Unit “Nano S&T - Convergent Science and Technologies
Version: 28 November 2006

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Contribuição da propriedade intelectual para o desenvolvimento econômico


A proteção de copyright serve aos objetivos importantes de promover o desenvolvimento econômico, incrementando a diversidade cultural e o movimento de todos os países  em direção a uma maior participação num mundo cada vez mais tecnologicamente orientado. O consenso geral entre economistas e estudiosos é que o reforço da proteção da propriedade intelectual conduz a um crescimento econômico positivo. A estatística sugere que economias com forte proteção de copyright conferem uma maior contribuição ao PIB desses setores.

Leia mais:

INITIAL SURVEY OF THE CONTRIBUTION OF THE COPYRIGHT INDUSTRIES TO ECONOMIC DEVELOPMENT by  NTERNATIONAL INTELLECTUAL PROPERTY ALLIANCE (IIPA)

Chamada para mulheres empreendedoras

 

O projeto Doing Business  está realizando uma pesquisa de dois anos para identificar entraves jurídicos e regulamentares que enfrentam as empresárias em 178 economias. O programa vai analisar as reformas que beneficiem as mulheres na empresa. Como parte deste esforço, a equipe irá preparar perfis de mulheres empresárias, descrevendo razões para o seu êxito, bem como destacar alguuns dos principais obstáculos legais, normativos e práticos enfrentados na implementação dos seus negócios. Este estudo de casos ajudará a identificar estratégias para atenuar esses obstáculos, bem como  abordagens de comunicação para promover os benefícios da reforma. Mais detalhes >>

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25 Outubro 2007

Cientistas brasileiros descobriram uma nova fonte de células-tronco do cordão umbilical humano


Da Agência Estado

Cientistas brasileiros descobriram uma nova fonte de células-tronco do cordão umbilical humano que poderá alterar a maneira como esse material é tratado nas salas de parto dos hospitais. Muitos serviços já oferecem o congelamento do sangue do cordão, que contém células-tronco hematopoéticas (precursoras das células sanguíneas) e pode ser usado em transplantes de medula para o tratamento de doenças como a leucemia. O cordão umbilical em si é jogado fora. A nova pesquisa, porém, mostra que ele está repleto de células-tronco de outro tipo, chamado mesenquimal, também com grande potencial terapêutico.
O recado fundamental é "não jogue fora o cordão"", diz a geneticista Mayana Zatz, que coordenou a pesquisa na Universidade de São Paulo (USP). As células-tronco mesenquimais (CTMs) estão entre as mais versáteis das células-tronco adultas (de origem não embrionária). Podem formar osso, gordura, cartilagem, músculo e até neurônios, segundo alguns trabalhos. Muitos cientistas esperam um dia aproveitar essa plasticidade no tratamento de doenças e lesões - por exemplo, na recuperação de corações enfartados e na reconstrução de tendões e ossos. Leia mais>>
Foto de Mayana Zatz: abdim

12 Julho 2007

Mulheres na ciência: os elos que ainda faltam

"Women in Science: The Missing Links," The UNESCO Courier, 2007, Number 2. (PDF, 20 pages.)
São as mulheres destinadas a ser cientistas? Elas estão conquistando mais e mais posições nos laboratórios e nas universidades. Mas, mesmo se a proporção das mulheres que participam da ciência aumentar, estarão ainda longe de competir em um campo equiparadas com seus colegas masculinos.
Esta é a maior edição online da UNESCO dedicada ao tema das mulheres na ciência.


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Brasil fica à frente de emergentes em ranking de Tecnologia da Informação

BBC Brasil

Um estudo realizado pelo instituto de pesquisas britânico Economist Intelligence Unit coloca o Brasil à frente de emergentes como Índia, China e Rússia em uma avaliação do ambiente para o desenvolvimento da indústria de tecnologia da informação (TI).

O Brasil ficou em 43º lugar num ranking de 64 países, mas apesar da colocação ruim, o país foi apontado como um dos potenciais destaques do setor no futuro.

O estudo avaliou seis indicadores: o ambiente de negócios em geral, a infra-estrutura de tecnologia da informação, o capital humano, o ambiente jurídico, o ambiente de pesquisa e desenvolvimento e o apoio ao desenvolvimento da indústria de TI.

Os resultados do Brasil, em notas de zero a cem, foram respectivamente 67, 12.9, 39.6, 46, 1.6 e 61.2. Como os indicadores têm pesos diferentes, a nota final do país ficou em 31.4. De acordo com a pesquisa, algumas nações, como Índia (com pontuação de 29.1) e China (27.9), conseguem compensar sérios problemas na indústria de tecnologia da informação oferecendo uma mão-de-obra abundante e barata.

Mas esses países poderiam enfrentar, em breve, a competição vinda de países como o Brasil, Malásia, Vietnã e Rússia. Segundo o relatório, estes países deveriam investir em nichos específicos de desenvolvimento de software e serviços.

De acordo com os especialistas da Economist Intelligence Unit, o melhor ambiente para o desenvolvimento de tecnologia da informação pode ser encontrado nos Estados Unidos (77.4), seguidos por Japão (72.7), Coréia do Sul (67.2) e Grã-Bretanha (67.1).

O estudo diz que os Estados Unidos são o único país que combina escala e qualidade nas áreas chave que promovem a competitividade no setor de TI, incluindo educação, infra-estrutura e incentivo à inovação, além de contar com um sólido ambiente jurídico, que garante a proteção da propriedade intelectual.

O relatório alerta, no entanto, que todos os países enfrentam desafios para manter a competitividade no setor. Os maiores deles seriam garantir que haja um suprimento constante de novos talentos e assegurar o apoio do governo na promoção de competição e inovação na indústria tecnológica.

"Há uma forte ligação entre a presença de incentivo à competitividade no setor de TI e a força da indústria de tecnologia da informação nos países. Governantes e líderes do setor deveriam prestar muita atenção a esses indicadores se quiserem aumentar a competitividade global de suas indústrias de TI", diz Denis McCauley, diretor de Pesquisa de Tecnologia Global da Economist Intelligence Unit.

Via: ABDI

59ª Reunião Anual da SBPC: Evando Mirra propõe um mutirão para colocar a inovação na agenda brasileira


Debate visa a ressonância do tema no encontro por sua relevância para o futuro do país
Flamínio Araripe escreve para o 'JC e-mail':

O diretor de Inovação da ABDI, Evando Mirra, na conferência "A Inovação e o Desenho do Futuro", disse nesta terça-feira na Reunião Anual que estratégias inovadoras podem ser aprendidas na escola". Para ensinar os jovens, que não têm o peso da inércia gerada pela postura conservadora, vai ser preciso envolver as ciências humanas - um mutirão, ele propõe. "O ato de criar se adquire socialmente. Se se promove essa cultura, ela é educadora", afirma Evando Mirra. A introdução do tema na Reunião Anual veio de uma tomada de decisão da SBPC de ampliar a agenda de consideração às questões de ciência e tecnologia, incorporando a discussão da inovação, que não aparecia explicitamente nos eventos anteriores, explica. Leia mais em ABDI em Foco.

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UFMG desenvolve ambientes simplificados de realidade virtual

Depois de desenvolver jogos para ensinar a construir, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) está trabalhando na criação de novas interfaces digitais e de ambientes imersivos direcionados a auxiliar o projeto arquitetônico participativo. O desafio é possibilitar que o futuro morador de empreendimentos populares participe não apenas da construção, mas também do planejamento de sua casa. Entre as novidades está uma alternativa de baixo custo às sofisticadas e caras CAVEs (Cave Automatic Virtual Environments). A pesquisa tem apoio financeiro do Programa de Tecnologia de Habitação (Habitare), da FINEP. Leia mais

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Comitê de Especialistas procura candidatos a Coord.-Exec.do Centro de PeD em Tecnologias Digitais para Informação e Comunicação

O Ministério da Ciência e Tecnologia está iniciando o processo de seleção do Coordenador Executivo do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias Digitais para Informação e Comunicação, que deverá ser implementado por um comitê de especialistas nomeado recentemente pelo Ministro da Pasta, Sergio Machado Rezende.

Esse sistema de escolha de dirigentes vem sendo praticado pelo MCT para os cargos de Direção de suas Unidades de Pesquisa, com amplo sucesso. A seleção, que dá origem a uma lista tríplice encaminhada ao Ministro do MCT, é sempre realizada por comitês de especialistas, que buscam identificar, dentre os membros das comunidades científica, tecnológicae empresarial, nomes que se identifiquem com as diretrizes técnicas e político administrativas estabelecidas para cada instituição.

O Comitê para o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação, presidido pelo Prof. Dr JACOBUS WILLIBRORDUS SWART (CenPRA), tem ainda, como membros, o Prof. Dr. JOSÉ CAMARGO DA COSTA (UNB), o Dr. IGOR FREITAS (MC), o Dr. JOSÉ LUIZ RIBEIRO FILHO (RNP) e o Dr. ROBERTOFRANCO (SBTVD-T).

Poderá se candidatar o profissional que atenda aos seguintes requisitos básicos:
• Competência profissional reconhecida para o exercício do cargo;
• Visibilidade junto à comunidade científica, tecnológica e empresarial;
• Experiência de direção executiva e estratégica, possuir capacidade para efetivar transferência tecnológica;
• Visão de futuro para a área de atuação do Centro;
• Capacidade de tratar questões científicas, administrativas, políticas e de visão estratégica relacionadas com o Centro;
• Experiência em cooperação nacional e internacional;
• Motivação para enfrentar novos desafios;
• Comprometimento com os objetivos do Centro;
• Capacidade de articular ações em rede.

As cartas de inscrição para o cargo devem ser enviadas até o dia 16 de agosto de 2007, para o endereço abaixo, acompanhadas de curriculum vitae do candidato, com inclusão de texto descritivo da sua experiência relacionada ao atendimento dos requisitos básicos para a função citados acima e de um texto de até cinco páginas, descrevendo seu projeto de gestão e sua visão de futuro para o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias Digitais para Informação e Comunicação, tendo como referência documento descritivo sobre o centro, disponível no MCT e que pode ser solicitado ao presidente do comitê.

Prof. Dr. JACOBUS WILLIBRORDUS SWART
Presidente do Comitê de Busca para o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias Digitais para Informação e Comunicação
Centro de Pesquisa Renato Archer - CenPRA
Rodovia Dom Pedro I, km 143,6 - Bairro Amarais
CEP 13069-901, Campinas - São Paulo
e-mail: jacobus.swart@cenpra.gov.br

O processo seletivo incluirá uma entrevista oral dos candidatos com os membros do Comitê de Busca, em local, data e hora a serem previamente anunciados.

Via: MCT

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Alunos da PUC-Campinas desenvolvem caneta digital que pode decretar fim da lousa

Num futuro próximo você poderá abrir o laptop, prestar atenção no que o professor diz e interagir com o conteúdo da aula. Só. Não precisará copiar mais nada. Isso graças a Youpi!, uma caneta digital construída por quatro estudantes do segundo ano da Faculdade de Engenharia da Computação da PUC-Campinas. Com ela, ao mesmo tempo em que o professor escrever na lousa, o tema da aula será enviado ao computador dele e logo depois disponibilizado aos alunos. Com a idéia, o grupo chegou à semi-final da 5ª edição do Imagine Cup, um torneio de tecnologia realizado pela Microsoft, e que neste ano teve como tema: "Imagine um mundo onde a tecnologia permita uma melhor educação para todos".

Fonte: Agência CT

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11 Julho 2007

Escritos e pesquisas

O aumento da produção científica do país, confirmado pela 15ª posição no ranking mundial, ainda não se reflete no número de patentes brasileiras registradas.

Para alguns especialistas, isso ocorre porque ainda falta às instituições de pesquisa uma cultura de aproximação com a indústria. Para outros, no entanto, o que falta é uma política de desenvolvimento tecnológico dentro das empresas.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) nos últimos anos, entre 1990 e 2004, o número de patentes registradas no país aumentou, passando de 12.744 para 17.703.

O problema é que o número de patentes registradas por residentes no país, nestes anos aumentou bem menos: passou de 6.619 para 7.412;ou seja 793 patentes cerca de 60 por ano.

E esse número se mantém estável. E a grande maioria dos registros de residentes 75%, é feito por pessoa física, não jurídica, o que mostra que o setor industrial não está usando o sistema afirmou a coordenadora de cooperação nacional do INPI.

O conhecimento produzido nas universidades e centros de pesquisa não se reflete em desenvolvimento tecnológico.

Se consideramos as estatísticas nacionais de publicação de de artigos científicos poderíamos aumentar bastante o número de patentes afirmou-se em palestra sobre o tema na 59a Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Belém.

Para o diretor-científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) o que falta é uma política de desenvolvimento tecnológico. Essas políticas não são suficientes para o desenvolvimento de criação de tecnologia na indústria brasileira. E a razão para isso é que é pequeno o número de cientistas pesquisando nas indústrias.

No Brasil se pensa que a indústria deve buscar tecnologia na universidade. O grande desafio é aumentar o número de cientistas nas indústrias.

Nota da Lista:

Recentemente o Centro Latino Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde fez estudo sobre a produção científica nacional no período 1994 e 2003. Encontrou 248 artigos técnico-científicos que foram citados mais de 100 vezes por outros artigos indexados na base Thomson-ISI (Institute for Scientific Information).

Partindo do pressuposto que a repercussão de um "artigo" e, consequentemente, sua qualidade é medida pelo número de menções que ele recebe de outros artigos, foram indicadas, pelo Centro, as áreas em que o Brasil supostamente "brilha" na produção científica nacional:

Saúde: cirurgia vascular, moléstias vasculares, metabolismo de doenças, doenças infecciosas, contraceptivos orais e seus efeitos colaterais

Neurociências: farmacologia experimental, memória, conexões sensomotorasBiodiversidade: floresta amazônica

Química: metabolismo oxidativo das células, catálise química, líquidos iônicosGenética: sequenciamento genético, distrofia muscular humana

Física: física de partículas, física quântica, física experimental.

Há uma incoêrencia entre a publicação científica e o registro de patente, que parece indicar uma das opções:

1) os artigos não são de pesquisas originais que permitam um depósito para requerer patente;
2) os artigos não refletem possíveis inovações potencialmente patenteáveis;
3) os artigos são excelentes fontes de patentes, mas são depositados no exterior e não no Brasil;
4) os artigos não visam qualquer inovação, desenvolvimento ou patentes. Visam uma visibilidade do autor em sua carreira profissional e área de conhecimento.

Há que se averiguar esta condição em que se tem estatísticas de um boa produção científica nacional e comprovações de um depósito de patentes interno "estável" com cerca de 60 patentes/ano no orgão próprio.
(AAB)

Fontes
a) O Desafio Tecnologico, Roberto Jansen, Jornal O Globo, de 11/07/07, Caderno Ciência.
b) Estudo Centro Latino Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde -texto "Em que somos bons" da Revista de Pesquisa da Fapesp, nº 132, fevereiro de 2007.

Via: Lista IASI

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Setor nacional de avaliações não destrutivas terá centro de referência

FINEP dará R$ 2,4 milhões para centro capaz de atender a toda a demanda brasileira, com foco na indústria e na conservação de obras de arte.

Atualmente, a Eletronuclear e a Petrobras gastam, juntas, mais de U$ 100 milhões por ano em importações para realização de análises não destrutivas de equipamentos e instalações industriais. Essas análises são uma espécie de ckeck-up executado em estruturas e componentes industriais. Para reduzir a dependência em relação ao mercado externo e manter os recursos no País, a Eletronuclear e a PUC-Rio fundaram o Centro de Avaliação Não Destrutiva (CAND), órgão que pretende se tornar referência, tanto na execução de ensaios, quanto na capacitação de profissionais especializados para o setor.“Acredito ser possível criar no Brasil uma instituição capaz de harmonizar os conhecimentos acadêmicos e as necessidades dos usuários e prestadores de serviços. Nosso País terá um centro de referência na área de avaliações não destrutivas”, afirma o presidente do CAND e diretor técnico da Eletronuclear, Luiz Antonio de Amorim Soares. A iniciativa conta com R$ 2,4 milhões da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). Leia mais.
Via: Inovação Unicamp

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Jornal de economia conta o que o leitor de Inovação já sabe:dúvidas retardam uso de leis de apoio à inovação pela empresa

Por Rachel Bueno

O Valor Econômico publicou no dia 19 de junho as reportagens "Política de inovação tecnológica demora a avançar no País" e "No governo e nas empresas, estrutura ainda é precária", assinadas por Raquel Salgado. Os dois textos fazem um balanço dos fatores que mais dificultam a vida das empresas inovadoras no Brasil hoje, um ano e meio depois da regulamentação das Leis de Inovação (10.972/2005) e "do Bem" (11.196/2006). Um desses fatores foi tema de várias discussões durante a VII Conferência da Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras (Anpei), realizada de 4 a 6 de junho: o fato de as empresas ainda terem muitas dúvidas a respeito dos novos mecanismos de incentivo. Outro fator problemático, segundo o jornal, é a escassez de recursos, que ficou clara com o lançamento do primeiro edital do programa de subvenção econômica. Na ocasião, a demanda por financiamentos a fundo perdido foi de R$ 1,9 bilhão para 1.099 projetos, mas o governo só pôde oferecer R$ 300 milhões. No fim, os 148 projetos aprovados somaram R$ 279 milhões.

A lista de dificuldades continua.
Leia mais.

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Subvenção – Finep prolonga prazo para empresa que quiser contratar mestres e doutores.

Subvenção — A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) prorrogou o prazo da carta-convite para as empresas que têm por objetivo financiar a contratação de pesquisadores para atividades de inovação. Agora as firmas podem enviar suas propostas até o dia 30 de setembro. São R$ 60 milhões disponíveis. No mínimo 30% deverão ser aplicados em projetos de áreas das extintas Sudam e Sudene. A Finep dará preferência a projetos que envolvam as áreas prioritárias definidas pela Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE). A seleção acontecerá em duas fases: na primeira, a empresa apresenta uma carta de manifestação de interesse. Se ela for considerada habilitada, a empresa apresenta, então, o projeto de pesquisa, desenvolvimento e inovação que a motivou a contratar o pesquisador. Só é subvencionada a contratação de pesquisadores com título de mestre ou doutor.
Via:
inovação unicamp

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Network: Women, Science, Technology and Development

The Network: Women, Science, Technology and Development was created by UNESCO in 2006. At present is links seven UNESCO Chairs, including:

* The Chairs “Water, women and decision-making” in Brazil, Côte d’Ivoire et Morocco
* The Chairs “Women, science and technology” in Argentina, Pakistan and Sudan
* The Chair “Women, science and technology for development in Africa” in Burkina Faso

The goal of this network of UNESCO Chairs is help Universities contribute to the increase of the number of women scientists and engineers as well as to the transfer of scientific and technological knowledge to the poorer populations of the globe. The university Chairs are run by women. They promote women in the fields of science and technology through research and teaching programs on gender in these fields and by training in the sustainable development management of resources (notably water) for women and teenage girls, principally in rural areas.

Via: Unesco in Spotlight Science and Communications

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Gender Indicators in Science, Engineering and Technology

Sophia Huyer & Gunnar Westholm UNESCO, 2007

The Toolkit is intended to provide a better understanding of the numbers and needs at stake in the participation of women in science and engineering, including quantitative and qualitative indicators for the participation of women and under-represented groups, especially in developing countries. It reviews the main theoretical and methodological approaches to data collection internationally and presents case studies, guidelines and new approaches related to the collection and analysis of gender-disaggregated data. In so doing, it establishes a new basis for evidence-based analysis enabling planners and policy-makers to address these issues with greater effectiveness.



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Girls and science: a training module on motivating girls to embark on science and technology careers

Girls and science: a training module on motivating girls to embark on science and technology careers
UNESCO, 2006. (PDF, 936702 bytes)

The overall aim of this educational module is to help reduce gender disparities in the field of science and technology in Africa as well as to provide women with the possibility of embarking upon science careers in the quest of self-dependence and poverty reduction. Published by UNESCO, 2006, specific objectives of Girls and science: a training module on motivating girls to embark on science and technology careers include:

1. Promoting a positive image of women in scientific and technological careers;
2. Sensitizing parents, teachers, educators, school administrative staff, curriculum developers and trainers to counter gender stereotypes with regard to science careers;
3. Improving access of girls to scientific and technological education by providing clear ideas of career opportunities;
4. Providing teachers with the necessary career guidance tools to meet the needs of female learners seeking careers in science and technology.

Download.


Via: Blog Unesco in Spotlight: educação e cultura

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08 Julho 2007

Remédios contra dengue e câncer


Marly Lúcio
do Portal Correio

Cientistas da UFPB descobriram uma nova substância capaz de “brecar” a multiplicação das células. O novo agente já está sendo apontado como uma poderosa arma no tratamento do câncer. “A substância foi testada no DNA humano e foi verificada que ela é capaz de controlar a divisão celular. O câncer é caracterizado por apresentar alta atividade nesse processo de divisão, portanto a composição de um medicamento com essa substância irá auxiliar no tratamento da doença”, explicou a doutora em Bioquímica e Imunologia e professora do Departamento de Biologia Molecular da UFPB, Creusioni Figueiredo dos Santos.

Ela contou que a pesquisa foi feita com o extrato de uma planta comum no semi-árido nordestino, que ela preferiu não revelar o nome até a publicação do trabalho em uma revista científica internacional. A cientista contou que já existem produtos sintéticos com essa função, ou seja, produtos formulados artificialmente em laboratório. Entretanto, nenhum medicamento natural possui essa característica.

“Muitas das drogas tradicionais anticancer falham no tratamento, diante do desenvolvimento de resistência múltipla a drogas, além de causar outros problemas de toxicidade intrínsecos a esse tipo de produto”, afirmou, dizendo ainda que o uso de uma substância natural além de diminuir as possibilidades de efeitos colaterais, ainda reduz os custos com a elaboração da medicação.

Creusioni Figueiredo contou que só existem três grupos no país, incluindo a UFPB, que se dedicam a estudar ação de drogas na topoisomerase, que é uma molécula atuante no processo de divisão celular. “No nosso trabalho percebemos que quando injetamos a substância na célula, a topoisomerase é inibida e o processo de divisão celular não existe. Assim, a célula não se multiplica”, explicou.

A importância dessa descoberta para os estudos no tratamento anticancer foi reconhecido pela Sociedade Brasileira de Química, durante a Reunião Anual dos pesquisadores da área, que aconteceu no mês de maio deste ano. Entre os quase 400 trabalhos apresentados, apenas três deles foram premiados e escolhidos para serem publicados em uma revista científica internacional. O trabalho apresentado pela pesquisadora Creusioni Figueiredo e o grupo de cientistas da UFPB ficou entre eles e foi apresentado pela primeira vez durante esse congresso.

“A gente fica com uma satisfação muito grande, porque isso demonstra a qualidade dos trabalhos desenvolvidos na Paraíba”, comentou o doutor em Química Orgânica e coordenador do projeto, José Maria Barbosa Filho, que também coordena as pesquisas em Pós-Graduação do Laboratório de Tecnologia Farmacêutica (LTF) da UFPB. A pesquisa também foi realizada com a participação dos cientistas Celso Amorim Câmara, Tânia Maria Sarmento da Silva, Maria de Fátima Agra, Sócrates Golzio, Antônio Cláudio da Silva Lins e Wylly Araújo de Oliveira.

Combate à dengue
Microalga em forma espiral
Formulação alimentar
Spirulina no Sertão da PB


Via: Portal Correio

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Comida do futuro, remédio inteligente e energia alternativa


Marly Lúcio
do Portal Correio.


Pesquisadores paraibanos estão na vanguarda dos estudos sobre combustíveis alternativos, remédios inteligentes e comida do futuro. Dos laboratórios da UFPB e da UFCG estão saindo trabalhos premiados, que chamam atenção tanto pelo pioneirismo das substâncias estudadas, como também por traçarem novas perspectivas para o futuro de doenças e por iniciativas que visam tornar o planeta com menos poluição e com mais sustentabilidade. Um ser microscópio de apenas 0,3 milímetros de comprimento é apontado como ingrediente principal para a produção de alimentos enriquecidos, capazes de sozinhos, suprir as necessidades nutricionais de um indivíduo. Leia mais.

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Medalha do Conhecimento 2007

Medalha do conhecimento - 2007 A Secretaria de Tecnologia Industrial do MDIC está iniciando as atividades relacionadas à concessão da "Medalha do Conhecimento 2007" que será realizada conforme o seguinte cronograma: (a) inscrição de 26 de abril até 31 de julho; (b) análise e julgamento em 14 de agosto; (c) divulgação do resultado em 17 de agosto; (d) prazo para recurso de 20 a 23 de agosto; (e) entrega dos prêmios em 27 de setembro. O processo de inscrição poderá ser feito através do site www.medalha.desenvolvimento.gov.br. A "Medalha do Conhecimento" constitui a principal honraria daquele Ministério a empresários que se destacam no desenvolvimento tecnológico da indústria nacional. É concedida anualmente, como uma forma de reconhecimento e estímulo aos empresários criativos e inovadores, e conta com a co-promoção da Confederação Nacional da Indústria - CNI, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE, Banco da Amazônia e Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial - IEDI.

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O novo incentivo à inovação tecnológica

Desde o dia 15 de junho está em vigor a Lei 11.487 que alterou a Lei 11.196, de novembro de 2005, conhecida como Lei do Bem. A nova lei, que inclui novo incentivo à inovação tecnológica, modifica as regras relativas à amortização acelerada para investimentos vinculados à pesquisa e ao desenvolvimento. Vale a pena ver aqui a íntegra da Lei.

Via: ABIFINA

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06 Julho 2007

UFPB participa de Programa de geração de conteúdo para TV digital

O Ginga é uma camada de software que se coloca nos dispositivos de recepção de televisão. É ele que possibilita que haja interatividade na TV Digital.

Já está disponível o software Ginga, que oferece facilidades para o desenvolvimento de conteúdo para a televisão digital no país. "O nome foi dado em reconhecimento à cultura, à arte e à contínua luta por liberdade do povo brasileiro", afirmou o pesquisador Luiz Fernando Soares, da PUC/RJ.

Conteúdo para TV digital

Ele explicou que o middleware Ginga "é uma camada de software que dá suporte ao desenvolvimento rápido e fácil de aplicações de conteúdo para a TV Digital". O software foi escolhido como padrão do Sistema Brasileiro de TV Digital.

O Ginga vem sendo desenvolvido há 18 anos pela PUC/RJ, muito antes de se pensar em ter televisão digital no Brasil. A entidade tem como parceira no projeto a Universidade Federal da Paraíba, por meio do seu Laboratório Lavid.

"Você tem dois tipos de linguagem que pode utilizar para desenvolver os conteúdos e aplicativos para a TV Digital: uma linguagem é chamada declarativa e a outra procedural. O que nós estamos tornando em código aberto é exatamente o software que entende as coisas que são desenvolvidas nessa linguagem declarativa, denominada NCL". A outra linguagem é a procedural, que interpreta o ambiente Java, já conhecido de boa parte dos usuários de computadores.

Em outras palavras, o lançamento do middleware Ginga em código aberto significa que a PUC/RJ e o Lavid estão disponibilizando o software para o público em geral, "tanto para usar quanto para desenvolver aplicativos e até produtos em cima do Ginga", esclareceu Soares.
Recepção na TV digital

O Ginga é uma camada de software que se coloca nos dispositivos de recepção de televisão. É ele que possibilita que haja interatividade na TV Digital. Durante a solenidade de lançamento, os técnicos do Departamento de Informática da PUC/RJ mostraram o Ginga dentro de um equipamento, para provar que "ele já pode ser comercializado", disse Luiz Fernando Soares.

Segundo o especialista, as empresas agora já podem comprar, embarcar e testar nos seus produtos específicos e vender". O lançamento visa "acabar com a idéia de que o middleware Ginga não existe ainda. Nós vamos mostrar que existe e vamos mostrar em um produto", afirmou Soares.

O preço da licença do Ginga por receptora deverá alcançar, no máximo, entre R$ 6,00 e R$ 8,00 por produto.

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Monitoramento ambiental feito por abelhas

Pesquisadores da Unesp e USP criam técnica de análise de mel que pode ser utilizada no controle de qualidade do produto para consumo e também como bioindicador da contaminação do meio ambiente por pesticidas agrícolas
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Pibiti concede primeiras bolsas

Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, criado em 2006 pelo CNPq, tem 387 bolsas aprovadas para o período de 2007-2008
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A TV digital e a cópia da programação

Ronaldo Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da FGV-RJ, escreve sobre a decisão que está para ser tomada pelo governo federal que vai definir se a TV digital brasileira adotará ou não o sistema de restrição anticópia [DRM]. Segundo Ronaldo, esta parece ser uma questão menor, mas não é. “Se esse sistema for implementado no Brasil, o direito de decidir como usar o sinal da televisão sai da mão do consumidor e passa a ser das emissoras. Em outras palavras, caberá às emissoras decidir se o consumidor tem ou não o direito de gravar os programas que passam na TV. Elimina, na prática, uma liberdade que sempre existiu”. Leia mais.


Via: Rets

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Prêmio von Martius de Sustentabilidade 2007



Prêmio von Martius de SustentabilidadeEdição 2007

Participe da 8ª edição do mais importante concurso de projetos de sustentabilidade socioambiental do Brasil. O único na América Latina com auditoria independente de procedimentos.

O que é? Como participar Regulamento Inscrição Depoimentos Notícias Newsletter Patrocinadores Contato Vencedores: Humanidade Natureza Tecnologia

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28 Junho 2007

Telefônica TV Digital será inaugurada até julho em todo o Brasil

Companhia está negociando para que a Globo faça parte da programação e pretende lançar o serviço até julho em todo o país.

A Telefônica ainda não conseguiu acordo para incluir a Globo na programação do serviço de TV paga que pretende lançar em todo o Brasil, com a licença de satélite que conseguiu junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em março. O serviço, entretanto, cujo nome comercial será Telefônica TV Digital, deve ser lançado em julho, segundo Stael Prata Silva Filho, diretor geral da companhia. Leia mais.

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Samsung desenvolve chip que decodifica quatro sistemas de TV Digital


Novos chips também são aplicáveis a tocadores de mídia e celulares e podem receber transmissões de TV digital em todo o mundo.

A Samsung Electronics desenvolveu um par de chips que podem receber e decodificar quatro sistemas de TV digital. Os chips possibilitam que dispositivos portáteis, como tocadores de mídia e celulares, recebam transmissões por todo o mundo.

Os chips são compatíveis com o sistema DVB-T/H, que já é utilizado ou está sendo desenvolvido em muitos países da Europa, o sistema DAB-IP utilizado em Londres, o sistema do Japão ISDB-T “1-seg” e o Sul-Coreano DMB.
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Microsoft inicia testes de canal e PC educacionais na Índia

Iniciativa é parte do programa “Unlimited Potential”, que utiliza a tecnologia para aumentar o alcance da educação no mundo. Leia mais.

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Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social prorroga inscrições até 29/06

Candidatos podem preencher formulário online e enviar inscrição por e-mail. Premiação busca soluções de transformação social. Leia mais.

T-Systems planeja a contratação de 140 funcionários no Brasil

Há vagas para estagiários, analistas, consultores e técnicos, além de processo voltado a portadoras de necessidades especiais. Leia mais.

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Cartilha sobre sistema brasileiro de TV Digital será lançada nesta quinta

Cartilha tem o objetivo de esclarecer a população sobre as principais mudanças na conversão do sistema analógico para o digital. Leia mais.

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Microsoft processa 23 empresas nos EUA por falsificação de software

Pequim - As ações foram abertas em vários tribunais distritais na Califórnia e na Flórida e busca impedir a distribuição de software pirata. Leia mais.

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Seminário Internacional Patentes, Inovação e Desenvolvimento - 05 a 06 Julho 2007

O evento tem como proposta motivar a discussão sobre o desenvolvimento brasileiro e as implicações econômicas, tecnológicas e sociais advindas da nova arquitetura do sistema internacional de propriedade industrial.
Local - Rio de Janeiro; Centro de Convenções da Firjan


Programa.

PITCE é destaque em jornada de inovação


ABDI apresentará Política Industrial do Brasil em evento internacional no Equador

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) representará o Brasil na “Primeira Jornada sobre Políticas de Inovação Tecnológica na América Latina”, que acontecerá no dia 28 de junho, em Quito, capital do Equador. Além de reunir representantes do setor público e da iniciativa privada para discutir políticas de inovação, o evento marcará o lançamento do Programa de Inovação Tecnológica do Equador.

Uma das principais conferências terá a participação do consultor da Agência, Jorge Boeira, que falará sobre as “Políticas de Inovação e o Desenvolvimento Produtivo no Brasil”. Durante a Jornada, ele apresentará as metas, os objetivos e os resultados do setor industrial brasileiro, relacionados à Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE) do Governo Federal. A articulação, promoção e execução da PITCE são de responsabilidade da ABDI.

Segundo o Ministerio das Industrias y da Competitividad do Equador, o programa de inovação pretender firmar a inovação tecnológica como base na gestão das empresas do País, buscando impulsionar a capacidade produtiva e a competitividade da indústria equatoriana. A primeira etapa de apresentação do programa, que deverá percorrer várias cidades do País, é organizada pelo Ministerio de Industrias y Competitividad (MIC), Secretaría Nacional de Planificación y Desarrollo (SENPLADES) e Secretaría Nacional de Ciencia y Tecnología (SENACYT).

De acordo com Jorge Boeira, a presença do Brasil na jornada reflete a posição de liderança do país na América Latina. “A ABDI irá contribuir com a discussão em prol da inovação tecnológica, enquanto política pública importante para o desenvolvimento do Equador.

A experiência brasileira na construção de institucionalidade para a política industrial - focada na inovação - poderá contribuir para a formulação do programa equatoriano”.

ABDI

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), instituída em dezembro de 2004, tem como missão promover o desenvolvimento tecnológico e industrial brasileiro por meio do aumento da competitividade e da inovação. O principal enfoque da ABDI está nas diretrizes e estratégias estabelecidas pela Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE), da qual é coordenadora, articuladora e promotora.

Assessoria de Comunicação Social ABDI
Marcia Oleskovicz/Mécia Menescal/Marcela Andrade /Leonardo Coelho


O Brasil terá nova política industrial

Ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, afirmou na manhã desta quarta-feira, 27 de junho, em audiência pública na Câmara dos Deputados, que uma nova política industrial para o País deverá ser anunciada em até três meses. Segundo o ministro, as condições da economia e de juros no Brasil mudaram de 2003 até hoje e geraram a necessidade de uma revisão da atual política industrial, implantada naquele ano. Sem entrar em detalhes, Miguel Jorge informou que a nova política será elaborada pelo Ministério com o apoio da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Na mesma audiência, Luciano Coutinho, Presidente do BNDES, adiantou que a nova política industrial brasileira deverá priorizar a sofisticação de produtos nacionais, o fortalecimento de empresas brasileiras com alcance global, sobretudo as ligadas às commodities, e o maior incentivo a setores intensivos em inovação tecnológica. Assessoria de Comunicação Social ABDI Marcia Oleskovicz / Marcela Andrade / Mécia Menescal / Leonardo Coelho

Fonte: ABDI

Equipe usa açúcar para produzir biocombustível

Novo produto é 40% mais energético que o etanol

A corrida pela produção dos chamados biocombustíveis de segunda geração -que fogem dos padrões comerciais atuais - ganhou mais um capítulo. Ele foi escrito na semana passada por pesquisadores nos EUA. Pelo menos em laboratório, cientistas da Universidade de Wisconsin descobriram uma nova forma de tirar energia de biomassa. E o resultado foi um produto com uma densidade energética 40% maior que o tão declamado álcool etílico. Leia mais.

UE cria órgão de pesquisa científica

O Instituto Europeu de Tecnologia (IET), que tentará competir com os Estados Unidos na busca por inovações, terá orçamento inicial de 308,7 milhões de euros (US$ 415,5 milhões), segundo decisão tomada ontem por ministros de Ciência e Tecnologia da União Européia (UE). Com isso, os 27 países do bloco dão seu apoio político a uma instituição que é vista como uma possível resposta do Velho Mundo ao renomado Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Leia mais.

Inclusão na sociedade do conhecimento

ArtigoJorge Werthein

Uma visão realista do papel da informação e do conhecimento nos atuais processos produtivos leva a crer que nem uma nem outro conduzem necessariamente à igualdade social. Isso implica considerar que as novas tecnologias da informação, embora representem avanços em diversas áreas, também conduzem a formas inéditas de exclusão social. Percebe-se, de um lado, o avanço da tecnologia, o desenvolvimento de recursos cada vez mais sofisticados nos campos da comunicação, da educação, da informação. Leia mais.

Congresso dos EUA reconhece aquecimento

Deputados desafiam Bush e ampliam financiamento para estudos sobre clima

Com o objetivo de pôr um fim ao debate sobre a veracidade do aquecimento global, a Câmara dos Deputados aprovou ontem uma lei dizendo que o problema é "real" e criando formas de financiar estudos sobre o tema. Por 272 votos contra 155, o Congresso aprovou a lei ambiental que amplia o financiamento federal à pesquisa básica sobre mudanças climáticas, num montante total de US$ 27,6 bilhões. A lei já vale para o ano fiscal que começa em primeiro de outubro. Leia mais.

Brasil vai integrar sistema de informações científicas das Nações Unidas

O ministro Sergio Rezende assinou nesta quarta-feira (27) um acordo de cooperação para indexar ao Sistema UNL (Universal Network Language) os conceitos em ciência e tecnologia da língua portuguesa em códigos digitais que, em seguida, poderão ser convertidos automaticamente em múltiplas línguas. Leia mais.
Cabe agora à indústria investir para adaptar a seus produtos o programa que vai garantir a interatividade

O sistema nipo-brasileiro de TV digital pode estrear em 2 de dezembro sem seu único componente genuinamente brasileiro. De tudo que foi desenvolvido aqui, somente o Ginga, nome dado pelos pesquisadores locais ao software de interatividade, entrou na especificação final. Mas as chances são pequenas de ele estar presente nos equipamentos que serão vendidos no lançamento. O ministro das Comunicações, Hélio Costa, já descartou a interatividade nessa primeira fase. A interatividade permite serviços parecidos com a internet na televisão, como consulta de informações e compras. Leia mais.

Algodão vermelho e repelente

Pesquisadores do Instituto Agronômico de Campinas produzem variedade de algodão colorido com boa produtividade e qualidade de fibra e resistente a diversas pragas
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CNPq promove acesso a informação eletrônica em Ciência e tecnologia


O CNPq está operando importante projeto na área de informação em ciência e tecnologia. O Livro Eletrônico do CNPq permitira o acesso a obras científicas pela Internet. São obras científicas, tecnológicas e de inovação em formato eletrônico.A ação faz parte do Projeto Livro Eletrônico para informação em C&T, concebido com o intuito de disseminar o conhecimento por meio de publicações eletrônicas, estimular a difusão e dar visibilidade ao conhecimento em C&T gerado e ampliando o acesso à informação de qualidade em CT&I.O autor interessado na publicação de seu livro em formato eletrônico deverá enviar uma versão da obra com autorização, registrada em cartório, cedendo ao CNPq os direitos autorais. Além disso, a editora da publicação original deverá ceder oficialmente e sem ônus ao CNPq os direitos de copyright e comerciais. O CNPq, antes da divulgação da obra, deverá ter o aval do autor sobre o formato da obra a ser disponibilizada.A obra deve atender a características como: ser adequada quanto ao tema abordado, à linguagem e à ética; ter qualidade de conteúdo, diagramação, e de disposição gráfica; e ser relevante, pertinente e abrangente. Por fim, ela será avaliada por uma comissão editorial composta por funcionários do CNPq e por especialistas designados pelo presidente da agência. A comissão poderá ser assessorada, ainda, por consultores ad hoc.Para inaugurar o Projeto, o CNPq publica a obra “Comportamento Animal, uma introdução à ecologia comportamental”, do autor Kleber Del-Claro, bolsista de Produtividade em Pesquisa Nível 1C.+ informações : Para auxiliar a comunidade científica a Central de Atendimento do CNPq funciona de segunda à sexta-feira, das 8 às 18:30 h, pelo telefone 0800 619697 ou atendimento@cnpq.br
Fonte: CNPq

Eletricidade da biomassa

Gaseificador desenvolvido pela UnB, que transforma resíduos vegetais em energia elétrica, será utilizado em comunidade na Bahia pelo programa Luz para Todos, do Ministério de Minas e Energia
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Equipamento brasileiro que emite luz ultravioleta é premiado pela Autodesk

São Paulo - Equipamento será usado no acelerador de partículas do LNLS que abriga elétrons em seu anel de armazenamento de 30 metros de diâmetro. Leia mais.

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Ministro espera rádio digital no ar a partir de 2008 no País

São Paulo - Segundo o ministro Hélio Costa, padrão deve ser decidido em setembro para que a rádio digital entre em operação em 2008. Leia mais.

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INOVATEC 2007

Feira de Negócios em Inovação Tecnológica entre
Empresas, Centros de Pesquisa e Universidades
01 a 03 de agosto de 2007 – 14 às 20 horas
Centro de Eventos São Luiz – São Paulo-SP
“Centros de Pesquisa e Empresas realizando negócios para
transformar conhecimento em produtos e serviços.”

Aqui você encontrará importantes instituições de pesquisa ofertando conhecimento, serviços e licenciamentos. Credencie-se antecipadamente, veja como participar dos Seminários e agende com antecedência reuniões na rodada de negócios entre empresas e centros de pesquisa.
Você é de empresa? Veja porque participar clicando aqui.
Você é de universidade ou centro de pesquisa? Veja porque expor e visitar clicando aqui.

Patentes internacionais ‘exportam’ pesquisas com a grife da Unicamp

Dois inventos desenvolvidos na Unicamp acabam de se transformar em patentes internacionais. Mais do que ganhar visibilidade no mercado externo, por meio de processo conduzido pela Agência de Inovação Inova Unicamp, as pesquisas abrem perspectivas inéditas no tratamento de várias doenças – da obesidade a linhagens diferentes de câncer. Fonte: Jornal da Unicamp

Região busca estímulos à inovação - Fórum das Américas discute ações para melhorar a competitividade regional frente aos países asiáticos

Ethevaldo Siqueira

Por que as Américas têm sido tão pouco competitivas diante de países asiáticos, como Coréia, Japão, China, Taiwan e até a Índia? Por que o crescimento médio do PIB nesta região é muito inferior ao dos países asiáticos, bem como de alguns países europeus, como a Irlanda? Para responder a essas perguntas e, em especial, buscar saídas para o desenvolvimento regional, mais de 500 especialistas, pesquisadores, acadêmicos, investidores, líderes corporativos, ministros e governantes se reuniram durante dois dias na semana passada, em Atlanta (EUA), na primeira edição do Fórum de Competitividade das Américas. O evento criado por iniciativa do ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, é realizado exclusivamente com o patrocínio de empresas privadas e não-governamentais, embora tenha contado com o apoio institucional e a presença de governos, tanto dos Estados Unidos quanto de países latino-americanos. Do lado norte-americano, falaram os secretários do Comércio, Carlos Gutierrez; do Tesouro, Henry Paulson Jr.; Margaret Spellings, da Educação, além de dirigentes de primeiro escalão de agências governamentais. Leia mais.

Evento internacional debaterá inovação entre brasileiros e norte-americanos


Será realizado em Brasília, nos dias 11 e 12 de julho, no hotel Blue Tree Alvorada, o 1ST US Brazil - Innovation Summit. O evento, que terá como tema central a inovação, será realizado pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC), pelo Conselho Americano de Competitividade e pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). A programação do US Brazil terá discussões sobre o cenário mundial da inovação e a sua relação com os desafios da competitividade no mundo. Outros enfoques são: a inovação como instrumento para o desenvolvimento das américas; as fontes de energias renováveis; e as novas tecnologias. Lideranças dos setores público e privado do Brasil e dos Estados Unidos já confirmaram presença, entre eles os palestrantes José de Freitas Mascarenhas, diretor da Odebrecht; Marco Oliveira, presidente da Ford para o Mercosul; Alessandro Teixeira, presidente da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil); Reginaldo Arcuri, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI); Clifford Sobel, da embaixada dos EUA; entre outros. Informações complementares, pelo site www.mbc.org.br ou pelo telefone (61) 3326-0121

Fonte: ABDI

O Projeto Lei nº 1120/07 dispõe sobre o processo de disseminação da produção técnico-científica pelas instituições de ensino superior no Brasil.


De autoria do deputado Rodrigo Rollemberg (PSB/DF), o projeto estabelece a obrigatoriedade de as universidades criarem os seus repositórios institucionais.
Leia mais. Assine a petição.

Workshop debate CT&I para o semi-árido nordestino

O desenvolvimento sustentável do semi-árido foi tema de workshop que o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) promoveu dia 18 próximo passado no Recife (PE). Durante todo o dia, cerca de trinta pesquisadores e gestores de entidades vinculadas às questões do Nordeste e do semi-árido participaram de debates sobre os principais pontos e estratégias do Plano de Ações para Ciência e Tecnologia para o quadriênio 2007-2010, com o objetivo de fornecer subsídios para o mesmo. Reuniões temáticas foram realizadas em todo o País para discutir os quatro eixos do Plano de Ações para C&T. Os eixos são a expansão e consolidação do sistema nacional de ciência, tecnologia e inovação (C,T&I), a promoção e inovação tecnológica nas empresas, pesquisa e desenvolvimento (P&D) em ações estratégicas e C&T para o desenvolvimento social. O desenvolvimento sustentável do Nordeste e do semi-árido está incluído no eixo de P&D em áreas estratégicas. O encontro deve ter a participação de representantes do Instituto Nacional do Semi-Árido (Insa/MCT), do Instituto Xingó e da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), de Mossoró (RN). Leia mais.

CNPq firma contrato para certificar artigos publicados

Mais uma parceria foi fechada para aumentar a certificação e credibilidade das informações publicadas no Currículo Lattes. A novidade foi o contrato firmado entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) e a International Digital Object Identifier Foundation para implantar o Sistema Digital Object Identifier (DOI) na Plataforma Lattes. O DOI é um identificador de objetos de propriedade intelectual. Ou seja, ele provê meios para a identificação unívoca de objetos da rede digital, seus dados básicos e sua fonte de origem. Atualmente, sua aplicação está associada à identificação de artigos nas principais revistas científicas. Para o CNPq, o Sistema DOI foi inserido no Currículo Lattes apenas para fins de certificação, mas já possui 34.923 objetos registrados na base da Plataforma. A sua utilização proporciona também o acesso integral do artigo publicado pelos pesquisadores, além de trazer maior confiabilidade à informação cadastrada. Leia mais.

Especialista em células-tronco assume presidência do CNPq

O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, empossa hoje o médico Marco Antonio Zago na presidência do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT). Ele substitui Erney Camargo, que presidiu a instituição por quatro anos e cinco meses. A solenidade está marcada para as 11h, na sede do CNPq, em Brasília. Leia mais.

Jovem Cientista abre inscrições

Interessados em concorrer na 23ª edição do prêmio, nas categorias “Graduado”, “Estudante do Ensino Superior”, “Estudante do Ensino Médio” e “Mérito Institucional”, têm até 30 de novembro para se inscrever
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Carros do futuro terão rodas inteligentes



O programa de inteligência artificial de cada roda faz 4.000 cálculos por segundo para controlar a suspensão e os sistema de direção e frenagem, fazendo-os adaptar-se às curvas estrada, buracos e outros problemas potenciais. Leia mais.

Simulador cria paciente virtual com movimentos para auxiliar na radioterapia






As simulações em tempo real permitem que os médicos identifiquem as pequenas frações de tempo quando os pulmões, fígado, rins e eventualmente o coração, são estacionários em relação às fontes externas de radiação. Leia mais.

Irrigação sob medida será possível com redes de sensores

Pesquisadores desenvolveram uma tecnologia que poderá automatizar totalmente a tarefa de ligar e desligar os sistemas de irrigação, obtendo o melhor de dois mundos: maior produtividade e menor consumo de energia e água. Leia mais.

Intel irá utilizar nanotubos de carbono em seus chips

A empresa planeja reforçar os finíssimos fios de cobre que unem os milhões de transistores existentes no interior dos chips, aproveitando a propriedade de condutibilidade térmica dos nanotubos para dissipar melhor o calor. Leia mais.

Trabalhos certificados

CNPq firma contrato com a International Digital Object Identifier Foundation para implantar na Plataforma Lattes sistema de certificação eletrônica de artigos publicados
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Prioridades para crescimento



Livro organizado por Jacques Marcovitch, da FEA-USP, reúne ensaios de especialistas sobre dez áreas consideradas fundamentais para fazer o Brasil crescer com menos desigualdade
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As chaves do desenvolvimento

A saída para a América Latina pode estar na “destruição criativa” baseada em ciência e tecnologia. O assunto está em reportagem de capa da nova edição da revista Pesquisa FAPESP
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04 Junho 2007

BNB investe R$ 340 mil em bolsas

Banco do Nordeste do Brasil abre chamada de apoio para a elaboração de teses e dissertações em economia. Serão selecionadas dez bolsas de mestrado e dez de doutorado
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03 Junho 2007

16 microfotografias incríveis de seres vivos


As imagens premiadas retratam desde retinas de camundongo a muco de fungos. Veja aqui.


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23 Maio 2007

Comunidade brasileira Overmundo ganha prêmio internacional

O Overmundo, site que mistura participação dos usuários com cultura digital, ganhou o Golden Nica na categoria Comunidades Digitais do Prix Ars Electronica 2007.

O Ars Electronica, de acordo com post de Hermano Vianna, anunciando a premiação do site, é considerado um dos prêmios mais importantes do mundo para artistas de novas mídias e visionários da internet.

Já ganharam o prêmio Linus Torvalds (Linux), Neal Stephenson, Chris Cunnigham/Aphex Twin, Industrial Light and Magic, Ryuichi Sakamoto, Toy Story, Carsten Nicolai e a Creative Commons.

Apesar de o Prix Ars existir desde 1987, o prêmio Comunidades Digitais foi criado em 2004. Na ocasião, o vencedor foi a enciclopédia online Wikipedia.O Overmundo é um projeto que tem como sócios Alexandre Youssef, Hermano Vianna, José Marcelo Zacchi e Ronaldo Lemos (que enviou o e-mail me avisando do prêmio - valeu Ronaldo).Você conhece o Overmundo? O que acha deste site?

Publicado por Ralphe Manzoni Jr.
Via: IDGNow!

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Quem ganha e quem perde no setor de tecnologia com a desvalorização do dólar

Por Ralphe Manzoni Jr., editor executivo do IDG Now!

Neste ano, moeda norte-americana já se desvalorizou 9% e está abaixo dos R$ 2 desde 15 de maio. Saiba as conseqüências.

O dólar não pára de cair. Desde 15 de maio está abaixo da cotação de 2 reais. Neste ano, o real já se valorizou 9% frente ao dólar. Quem são os vencedores e os perdedores no mercado de tecnologia.

O IDG Now! ouviu Mauro Peres, diretor de consultoria do IDC Brasil, e Ivair Rodrigues, diretor da IT Data, sobre a queda do dólar. Veja suas posições.

Quem ganha

Consumidor: um PC fabricado no Brasil conta com 80% de partes e peças importadas. Com o dólar em queda, esses componentes ficam mais baratos.Neste ano, o preço de computador na cidade de São Paulo teve queda de 5,4%, segundo o IPC da Fipe. No ano passado, a redução foi de 15%.Na visão dos especialistas, não há espaço para aumento de margens neste setor, pois a competição é bastante acirrada. Quem não repassar a queda de custo ao consumidor, pode perder mercado.

O preço das licenças de software de empresas estrangeiras também tende a cair, pois é baseado na cotação do dólar.Empresas de hardware: o mercado de computadores cresceu mais de 21% no primeiro trimestre de 2007, segundo dados da IT Data, divulgados pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica. Com produtos com preços mais baratos, a tendência é vender mais.

Quem perde

Exportadores: quem exporta perde competitividade, pois o valro do bem vai ficar mais caro na moeda norte-americana. É o caso das empresas de celulares e de monitores. Leia mais.

Via: IDGNow

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Objetos do desejo


Polaroid SX-70 - 1972
A revista norte-americana Technology Review perguntou para importantes designers para que lhe ajudasse a ver, pelos seus olhos, tecnologias que influenciaram seu trabalho. Um dos produtos citados foi a Polaroid. O conceito da fotografia instantânea, popularizado pelas câmeras digitais, começou com essa máquina.
Via: IDGNow!

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Pesquisadores criam biocomputadores que monitoram células humanas

Com a tecnologia, que promete revolucionar a medicina, os tratamentos médicos atingem somente células ou tecidos doentes.

As pesquisas com pequenos dispositivos, chamados de biocomputadores, estão próximas de revolucionar a medicina. Os tratamentos médicos poderão, com a tecnologia, ser direcionados especificamente para as áreas afetadas, segundo pesquisadores das universidades de Harvard e Princeton.

É a primeira vez que cientistas avançam em pesquisas na área. O objetivo é conseguir que a genética da máquina seja projetada. A biologia humana cuida do resto: as células literalmente construirão o biocomputador para as pessoas.

Estes “doutores moleculares”, construídos inteiramente de DNA, RNA e proteínas, transmitem informações que podem revolucionar os tratamentos médicos, que atingiriam apenas as células ou tecidos doentes.Avaliando as equações lógicas Boolean dentro das células, estas máquinas moleculares irão detectar qualquer dado de um gene modificado para a atividade de genes dentro da célula. A entrada dos biocomputadores é o conjunto de RNA, proteínas e químicas encontradas no citoplasma; moléculas de saída que indicam a presença de sinais podem ser facilmente compreendidas através de equipamentos laboratoriais básicos.

Atualmente, não existem ferramentas para identificar sinais celulares, segundo o pesquisador da universidade de Harvard Yaakov Benenson. Os biocomputadores podem traduzir sinais celulares complexos, como atividades de genes múltiplos em uma saída observada.Os genes podem inclusive ser programados para transformar automaticamente a saída em uma ação concreta, o que significa que eles poderiam ser usados tanto para rotular uma célula para um tratamento médico ou para ativar ações terapêuticas por si só.

Os cálculos de um biocomputador, enquanto matematicamente simples, permitem a construção de biosensores ou sistemas de entrega de medicamentos capazes de selecionar tipos específicos ou grupos de células no corpo humano.

Além disso, máquinas moleculares poderiam permitir que os médicos atinjam especificamente células doentes através de uma integração sofisticada de sinais de doenças intracelulares, permitindo que as células saudáveis não sejam afetadas.O relatório final da pesquisa será divulgado na publicação Nature Biotechnology, ainda esta semana.

Via: IDGNow

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VI ENITEC

VI ENITEC destaca os apoios técnicos à inovação tecnológica e faz um balanço dos incentivos fiscais e financeiros

Estruturando a Rede de Entidades Tecnológicas Setoriais
A inovação tecnológica que eleva a competitividade das empresas se faz no "chão de fábrica" e compreende um contínuo esforço de melhoria de todos os aspectos dos produtos e de seus processos de fabricação. Tornar a inovação tecnológico o centro da estratégia de crescimento das empresas assegura sustentabilidade do desenvolvimento econômico mais rápido. Isso depende de uma adequada articulação do Estado com o setor produtivo para promover inovação continuada já constituem valores consolidados entre autoridades de governo, profissionais e indústrias que lidam direta ou indiretamente com o assunto. Essa articulação é uma base fundamental para se estruturar o apoio técnico essencial para se obter economias através da atuação em Rede de Entidades Tecnológicas Setoriais. Assim o tema do VI ENITEC será "Estruturando a Rede de Entidades Tecnológicas Setoriais". Venha participar do VI ENITEC trazendo as demandas da sua empresa para haja um melhor apoio técnico ao esforço de desenvolver inovações.

Uso do Poder de Compras do Estado
O Uso do Poder de Compras do Estado foi debatido na primeira sessão do V ENITEC, em 2006, tendo-se chegado a um excelente acordo entre as indústrias farmoquímicas e instituição estatal Farmanguinhos, o que propiciou um caminho para as compras governamentais por critérios técnicos. O VI ENITEC vai mostrar o resultado e o avanço obtido, inclusive judicialmente, nesse Uso do Poder de Compras e discutir como esse programa poderia ser estendido a outros setores que dependem de compras ou encomendas governamentais. O VI ENITEC é o espaço apropriado para discutir mecanismos eficazes para o Uso do Poder de Compras do Estado. Venha participar e trazer reivindicações da sua empresa.

Balanço dos Incentivos Fiscais, da Subvenção e dos Financiamentos

As leis de incentivo à inovação, a Lei da Inovação no 10.973/2004 e a Lei do Bem no 11.196/2005, estão em vigência e foram amplamente divulgadas pela PROTEC através de mais de três dezenas de seminários e cursos realizados por todo o país, de Manaus a Porto Alegre, em 2006 e 2007. E assim também foi com as linhas de financiamento do BNDES e da FINEP. Portanto, o VI ENITEC vai dar um balanço da utilização e adequação desses apoios fiscais, de subvenção e financiamento. Venha ao VI ENITEC trazer a sua experiência na tentativa de uso dos incentivos, da subvenção e dos financiamentos e os seus comentários e sugestões para a melhoria desse Marco Legal.

Fonte: PROTEC.

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21 Maio 2007

Brasil supera México e Argentina em Inovação


Por Denise Neumann

No Brasil, Argentina e México - os três países mais industrializados da América Latina - os esforços de inovação ainda são muito baixos e baseados na aquisição de máquinas. Por trás desta média pobre, contudo, os três países possuem uma elite de empresas que investe muito acima da média em pesquisa e desenvolvimento. E no Brasil, a importância destas firmas para as vendas industriais do país chega a 25%, participação muito superior aos 12,7% do mesmo grupo de elite argentino e aos 5,3% do grupo mexicano.

Parte da explicação para o maior "sucesso" da elite brasileira está no total e no perfil dos gastos relacionados à inovação. A elite industrial brasileira gasta, em média, 1,4% do faturamento neste item, enquanto as firmas argentinas mais inovadoras gastam 1,08% de suas vendas e no México esse percentual é de 0,81%. Além dos valores, a composição destes gastos também é muito diferente.

No Brasil, ele é igualmente dividido em máquinas e equipamentos, em pesquisa e desenvolvimento e outros itens. Na Argentina e no México, contudo, a aquisição de máquinas fica com 53% dos recursos e os gastos com pesquisa ficam com apenas 21% dos recursos alocados em inovação.

As conclusões e a comparação entre o potencial inovador da indústria brasileira em relação à argentina e mexicana fazem parte do estudo "Firmas inovadoras em três mercados emergentes", do professor Glauco Arbix, coordenador do Observatório da Inovação, ligado ao Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP).

A partir de dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e de institutos de pesquisa da Argentina e México, o trabalho de Arbix considera apenas as indústrias de capital majoritariamente nacional (50% ou mais) e deixa de lado as filiais de multinacionais. Depois, estas empresas são divididas de acordo com suas estratégias de competição. No grupo A ele colocou as firmas com forte potencial inovador e que, por isso, conseguem obter um preço-prêmio (cerca de 30% superior) quando comparado ao dos "concorrentes".

No Brasil, o trabalho encontrou 721 indústrias que podem ser classificadas no grupo A e elas representam 4,6% do total de companhias brasileiras pesquisadas por Arbix. O total de companhias investigadas na pesquisa original do Ipea é maior, mas o pesquisador montou uma amostra comparável com as das empresas argentinas e mexicanas.

Depois de identificar que a elite brasileira de empresas inovadoras é maior do que a dos vizinhos latinos, Arbix começou a levantar hipóteses do porque isso ocorreu. O que fez com que esse grupo de firmas brasileiras adotasse uma estratégia mais claramente focada na incorporação e desenvolvimento de tecnologia e com uma orientação externa mais definida do que a das "colegas" latinas? Afinal, no Brasil, as firmas do grupo A respondem por 33% das exportações brasileiras, enquanto na Argentina elas garantem apenas 12,7% do total e no México somente 3,5%.

Entre as hipóteses levantadas por Arbix está o próprio ambiente econômico e o espaço que as indústrias de cada um dos três países tiveram para desenhar suas reações. Na Argentina, a sangria do tecido industrial no período de privatizações e abertura na passagem dos anos 80 para os 90 foi muito mais intensa do que àquela a qual o setor fabril brasileiro foi submetido, primeiro na abertura promovida por Fernando Collor de Mello no início da década passada e depois com o aprofundamento dessa política ao longo da era Fernando Henrique Cardoso, observa o pesquisador da USP. Já no México, a política das "maquiladoras" simplesmente impediu o desenvolvimento de uma indústria com maior perfil tecnológico e condenou a maior parte das empresas locais a , acrescenta Arbix.

O trabalho indica que entre as empresas brasileiras do grupo A, 39% mudaram suas estratégias nos últimos 15 anos. Hoje, elas pagam em média um salário 67% superior aquele pago pelas firmas do grupo B e seus empregados possuem, em média, 9,1 anos de estudo, ante uma média de 7,6 para o segundo grupo de companhias. Arbix explica que essas empresas, na verdade, são resultado da exaustão do modelo de nacional desenvolvimentismo e da abertura da economia. Um novo ambiente de competitividade se instaurou no país com as reformas dos anos 90 e com a privatização, agregando importantes segmentos do setor de serviços.

Outra hipótese - que agora começa a ser estudada em uma nova pesquisa do Ipea junto com o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) - é que esse perfil moderno está bastante relacionado à formação de quem dirige as companhias. As primeiras informações apontam para um grupo muito empreendedor e para executivos jovens (entre 42 e 53 anos) e boa parte deles com forte formação superior.

Embora Arbix considere necessário não supervalorizar essa "elite" de empresas - "para que não se considere a realidade industrial do país mais bonita do que ela é " - ele rejeita a tese de que o Brasil é um país condenado ao fracasso porque não domina novas tecnologias e é incapaz de produzi-las. "Do ponto de vista tecnológico, a China está em uma situação pior do que a nossa", argumenta ele.

Via: ABDI

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Brasil investiu R$ 150 milhões em nanotecnologia em 5 anos

Entre 2001 e 2007 o Brasil investiu cerca de R$ 150 milhões em nanotecnologia através de ações do Programa Nacional de Nanotecnologia (PNN), fundos setoriais, subvenção econômica (aplicação de recursos públicos não-reembolsáveis em empresas) e editais. Anualmente, Estados Unidos e Japão gastam cerca de U$ 1 bilhão.

Nanotecnologia é baseada no desenvolvimento de dispositivos eletrônicos com dimensões tão pequenas que são capazes de medir menos do que bactérias ou do que o comprimento de 100 átomos alinhados. ( consulte nosso Glossário para saber mais ).

As contas são do coordenador-geral de Micro e Nanotecnologia do Ministério da Ciência e Tecnologia, Alfredo Souza Mendes. Ele diz que o forte investimento feito nessa área pelos países desenvolvidos gera produtos inovadores e altamente competitivos. Daí, segundo ele, a importância do Brasil pensar estrategicamente a nanotecnologia.

- O desafio é tentar manter esse patamar de investimentos e buscar a integração dessas iniciativas - explica Mendes.

Ele diz que é preciso criar um “sistema rigoroso” de acompanhamento dessas iniciativas, para verificar quais os resultados da aplicação desses recursos.

- E esses resultados são traduzidos em produtos, processos e serviços gerados pela área. É preciso mensurar para se fazer a análise do custo-benefício desse investimento - diz.

Segundo o coordenador, nos últimos dois anos foram investidos cerca de R$ 70 milhões na área.

- Hoje já temos em torno de 50 empresas envolvidas com projetos e desenvolvimento de produtos em nanotecnologia, interagindo com o setor acadêmico - disse.

Dados do Ministério da Ciência e Tecnologia mostram que, entre 2002 e 2005, as redes de pesquisa envolveram 300 pesquisadores, 77 instituições de ensino e pesquisa e 13 empresas, além de publicar mais de mil artigos científicos e depositar mais de 90 patentes. Mendes diz que o Brasil tem hoje cerca de 3 mil pesquisadores, envolvendo alunos e professores.

Em 2006, ainda de acordo com o MCT, foram aprovados 50 novos projetos de pesquisa; 106 projetos estão em andamento (aprovados no período 2003-2006) dos quais 50 de pesquisa básica, 46 envolvendo empresas, 5 de cooperação internacional e 5 de impactos sócio-ambientais. No mesmo ano, tiveram início as atividades do Centro Brasileiro-Argentino de Nanotecnologia (CBAN).

É muito importante esse Centro, porque aproxima a academia Argentina a do Brasil, permite o intercâmbio de pesquisadores e atua na formação e na capacitação de aperfeiçoamento de alunos, mestres e doutores. Isso é uma coisa muito importante, tendo em vista o parceiro que é a Argentina no Mercosul.

Fonte: Globo Online

Via: ABDI

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Saúde pública, inovação e propriedade intelectual

Apesar do enorme progresso realizado no plano da prevenção, do diagnóstico e do tratamento das doenças, os países em desenvolvimento permanecem largamente excluídos dos benefícios da ciência moderna. Prisioneiros do ciclo da pobreza e da doença, as populações dos países mais duramente atingidos têm uma expectativa de vida mais curta e são confrontados com a economia em declínio.

A questão de melhoria do acesso aos produtos médico-sanitários para as populações pobres tem sido abordada em muitas resoluções da Assembléia Mundial da Saúde. Em maio de 2006, os Estados Membros demandaram à OMS que estabelecesse um grupo de trabalho intergovernamental sobre a saúde pública, a inovação e a propriedade intelectual.

A atribuição do grupo de trabalho consiste em elaborar uma estratégia de e um plano de ação mundial sobre as atividades de pesquisas essenciais para lutar contra as doenças que afetam, de maneira desproporcional, os países em desenvolvimento. O plano de ação mundial preparado pelo grupo será apresentado à Assembléia Mundial da Saúde em meados de 2008.

A Secretaria de Saúde Pública, Inovação e Propriedade Intelectual foi criada em setembro de 2006 para facilitar a tarefa do grupo de trabalho. Esse grupo, composto dos Estados Membros da OMS, teve sua primeira sessão de 4 a 8 de dezembro de 2006 em Genebra.

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Índice Brasil de Inovação (IBI)

Ranking de empresas inovadoras do setor de transformação será divulgado no dia 24 de maio, na capital paulista, durante o 7º Congresso Ibero-Americano de Indicadores de Ciência e Tecnologia
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Requisito básico para inovar

Pesquisadores e empresários reunidos em seminário em São Paulo destacam que, sem um ambiente encorajador para a inovação, o país não conseguirá transformar conhecimento em desenvolvimento econômico
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Descoberto estado sólido da luz

A descoberta abre um campo totalmente novo de pesquisas, unindo óptica e física da matéria condensada. "A luz sólida irá nos ajudar a construir a tecnologia deste século," dizem os cientistas. Leia mais.

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Indústria de biocombustíveis poderá causar aumento no preço dos alimentos

O alerta é das Nações Unidas. Segundo relatório que acaba de ser divulgado, se os biocombustíveis forem feitos a partir de grãos, ou utilizarem terras férteis e muito adubo, os efeitos podem ser muito graves. Leia mais...

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Proteína substitui micro-organismo em processos de limpeza

A indústria farmacêutica e os hospitais logo poderão usar um indicador biológico, a proteína verde fluorescente (GFP), nos processos de desinfecção e esterilização de equipamentos, ambientes e materiais médico-hospitalares. Leia mais.

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Criados os maiores nanotubos de carbono já feitos, visíveis a olho nu

Os nanotubos, que formaram uma espécie de tapete de 1,2 centímetro de espessura, chegam a medir 2 centímetros de comprimento. Isso significa que eles têm um comprimento 900.000 vezes maior do que o seu diâmetro. Leia mais.

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Roupa anti-bacteriana protege contra gripes, resfriados e até poluição

Imagine uma roupa que evite que você pegue resfriados ou gripe, que o proteja da poluição e que seja capaz de destruir gases nocivos à saúde. E, de quebra, que nunca precise ser lavada. A nanotecnologia já permitiu a criação de uma roupa assim. Leia mais.

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Jóia de precisão vai ajudar a detectar ondas gravitacionais

Uma verdadeira jóia da alta tecnologia e da precisão, mas apenas um dos componentes do sistema óptico que procura detectar pela primeira vez as ondas gravitacionais, previstas por Einstein em 1916. Leia mais.

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Faltam condições para inovação tecnológica nas empresas brasileiras

O Brasil tem talento empreendedor de sobra e pesquisa científica de excelência. Mas, sem um ambiente encorajador para a inovação, o país não conseguirá transformar conhecimento em desenvolvimento econômico. Leia mais.

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Técnica de galvanização faz metais repelirem água

Além de equipamentos mais resistentes à corrosão, a técnica ajudará a criar novos dispositivos biomédicos, equipamentos para separação de líquidos e redução da turbulência em aquedutos, apenas para citar algumas possibilidades. Leia mais.

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Microchip-laboratório vai acelerar pesquisas no campo da Proteômica

As ciências biológicas têm sido dominados pela genômica - o estudo dos genes e de suas funções. Esses estudos abriram o caminho para a proteômica - o estudo das proteínas que os genes codificam. Mas faltava um equipamento de pesquisa. Leia mais.

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Nano-cola molecular consegue unir qualquer material



O novo adesivo, resistente a altas temperaturas, deverá impactar virtualmente todo o setor industrial, da fabricação das novas gerações de microprocessadores até a produção de energia. Leia mais.

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A possível Revolução Energética



Num relatório alternativo sobre mudança climática, o Greenpeace propõe mobilização mundial para salvar o planeta. E demonstra, com base num amplo estudo científico: as soluções técnicas para a sustentabilidade já existem, e conduzem a lógicas e paradigmas pós-capitalistas. Leia mais.

Via: Le monde diplomatique.

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Chip Congestionado

Disputa por tecnologia de rastreamento da frota do país mobiliza empresas nacionais e estrangeiras.Leia mais


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Pesquisadores desenvolvem polímero reciclado feito com PET inofensivo ao ambiente.

Um plástico biodegradável que se decompõe no solo em apenas 45 dias foi criado por pesquisadores brasileiros e franceses a partir de embalagens pós-consumo de PET, um polímero fabricado a partir da resina poli(tereftalato de etileno).

O segredo para o desenvolvimento do novo polímero foi utilizar em sua síntese um outro tipo de plástico, no caso um poliéster alifático (um tipo de polímero com cadeias abertas de moléculas), para acelerar o processo de degradação.

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Seminário Ética e Inovação Tecnológica

Avanços científicos e tecnológicos nas mais diversas áreas do conhecimento e suas conseqüências para a sociedade serão abordados nos dias 5 e 6 de junho, em Belo Horizonte
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Imagens da Terra na mais alta resolução já vista estão disponíveis

As imagens serão muito úteis para a comunidade científica internacional em aplicações como modelagem do impacto de mudanças climáticas, estudo de ecossistemas e análises de uso da terra para agricultura.
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Descoberto estado da matéria que mescla raios laser com supercondutores

A nova forma de matéria permitirá utilizar um feixe de luz para levar energia de um lugar a outro; ou gerar raios laser super-fortes com pequeno consumo de energia; e transferir sinais ópticos através de um material sólido.
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Composição testada pelo INT reduz poluição e dependência de petróleo

Uma mistura de biodiesel desenvolvida pelo Instituto Nacional de Tecnologia (INT) reduz em 30% a poluição provocada pelos ônibus urbanos, ao mesmo tempo em que diminui em 38% a utilização de derivados de petróleo. Este é o resultado do relatório de testes da mistura que foi entregue na ultima sexta-feira (18) à Agência Nacional de Petróleo (ANP)....Leia mais.

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Cientistas descobrem que plantas podem ser regadas com água salgada

Fonte: Último Segundo / Editoria: Mundo / Da redação

Madri, 11 mai (EFE).- As plantas são capazes de detectar o grau de salinidade do solo e se defender dela, uma descoberta que poderia, por exemplo, se traduzir na criação de um gramado transgênico que poderia ser regado com água salgada. Segundo um trabalho dirigido pelo espanhol Armand Albert, que será publicado no sábado pela revista "Molecular Cell", as plantas são capazes de desenvolver mecanismos de defesa contra as agressões externas como o excesso de sal, a ausência de água ou a falta de nutrientes no solo.

Albert, pesquisador do Instituto de Química Física Rocasolano do Centro Superior de Pesquisas Científicas, e sua equipe entendem que a descoberta permitiria, por exemplo, usar água salgada para regar os campos de golfe em áreas com escassez de água doce.

As plantas detectam e se defendem dos estímulos externos mediante um mecanismo molecular, no qual atuam as proteínas quinase e fosfatase, que se organizam para receber os estímulos ambientais e transformá-los em um sinal químico que desencadeia a resposta observada.

O excesso de sódio no solo é tóxico para as plantas e desajusta o equilíbrio entre os diferentes sais necessários para um crescimento normal. Em situações de estresse salino, as plantas devem manter as concentrações intracelulares de sódio baixas.
Para alcançar este equilíbrio, a quinase e a fosfatase colocam em andamento um transportador na membrana celular que bombeia o excesso de sódio para fora da célula, restabelecendo assim o equilíbrio salino da planta.

A importância da descoberta se deve, basicamente, à identificação da estrutura atômica das proteínas e dos determinantes moleculares que afetam o processo.
Graças a esta descoberta, será mais fácil realizar uma busca sistemática de espécies naturais que apresentem alterações nestas proteínas, ou preparar vegetais transgênicos que sejam hiper-resistentes ao sal.

A pesquisa foi realizada com a Arabidopsis Thaliana, mas é aplicável a outras plantas, como o arroz e a soja.

Via: anbio

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Justiça dos EUA proíbe alfafa transgênica da Monsanto

Fonte: Agência Estadual de Noticias / Da redação

A multinacional de biotecnologia Monsanto sofreu um revés semana passada ao ter sua alfafa transgênica proibida nos Estados Unidos pela Justiça. A decisão do juiz Charles Breyer, da Califórnia, tornou ilegal a aprovação dada à alfafa Roundup Ready pelo Departamento de Agricultura dos EUA e ordenou a suspensão imediata do plantio da semente até que seja feito um estudo de impacto ambiental nas plantações existentes no país.


Enquanto isso, no Brasil, há dez anos ambientalistas, cientistas e entidades da sociedade civil lutam para que o mesmo estudo de impacto ambiental seja exigido das empresas que querem plantar transgênicos no país. No entanto, a indústria de biotecnologia (Monsanto, Bayer, Syngenta, entre outras) continua ignorando a Lei de Biossegurança brasileira, simplesmente não incluindo o estudo em seus pedidos de liberação comercial feitos na Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).

A decisão judicial americana acatou os argumentos da Organização não Governamental (ONG) Centro Para a Segurança Alimentar, de que a plantação da alfafa transgênica da Monsanto poderia prejudicar o meio ambiente e contaminar cultivos de alfafa natural. E exige que todos os locais das plantações da alfafa transgênica sejam revelados em até 30 dias e tornados públicos pelo Departamento de Agricultura o quanto antes, para que agricultores que plantam alfafa orgânica e convencional possam testar suas próprias plantações para determinar se houve ou não contaminação.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos é acusado de ter desrespeitado leis ambientais americanas ao aprovar a alfafa geneticamente modificada da Monsanto sem que fosse feito um completo estudo de impacto ambiental. “Infelizmente, a contaminação de plantações americanas de alfafa já foi comprovada pela Justiça americana e considerada um dano irreparável ao meio ambiente”, disse o juiz ao tomar a decisão.
Via: anbio

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Seminário define projeto para pequenas usinas de álcool

A Confederação da Agricultura e Pecuária no Brasil (CNA) promove hoje (21) e amanhã, em Brasília, em parceria com os ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e da Agricultura (Mapa) o 1º Seminário de Tecnologia para a Pequena Produção de Álcool (Tecppa). O evento objetiva definir um projeto viável para a pequena produção de álcool (etanol). Esse modelo deve levar em consideração pontos de vista econômico, técnico e social, capaz de inserir produtores independentes de cana-de-açúcar e a agricultura familiar na cadeia produtiva do álcool. Segundo Edson Ustulin, presidente da Comissão Nacional da Cana-de-Açúcar da CNA, o formato buscado desempenhará um importante papel na geração de renda e emprego, fortalecimento da agricultura familiar e no cooperativismo. "O setor produtivo tem responsabilidade de ampliar a produção de combustível "limpo", e de estimular a participação daqueles que produzem a matéria-prima", afirma ele. Segundo levantamento da CNA, hoje o álcool produzido no País é proveniente de 358 usinas sucroalcooleiras que utilizam, em sua maioria, cana própria. "Só 22% da cana utilizada pelas usinas vem de produtores independentes (até 1000 ton). São cerca de 45 mil em todo o País", informa José Ricardo Severo, assessor técnico da Comissão da CNA. O mesmo estudo mostra que os produtores já foram responsáveis por 60% da cana processada pelas usinas. Para ele, com o Tecppa, o setor encontrará os arranjos produtivos necessários para implementar um modelo capaz de aumentar a renda destes pequenos produtores, aposta Severo. O seminário terá, dentre outros palestrantes, Eduardo Soriano (MCT), Alexandre Strapasson (Mapa), Wang Hsiu Ching, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Francisco Dutra Melo, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), além de representantes da Petrobras e da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Programação Completa.

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Seminário debate estrutura da pesquisa em biodiversidade

Programa de Pesquisa em Biodiversidade do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT realiza nesta semana, no Museu Goeldi, em Belém, evento científico
O acesso aos bancos de dados científicos e bioprospecção e as estratégias de inventariamento são alguns dos temas que serão debatidos a partir desta terça-feira (22) no 1º Seminário Científico do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio), no Hotel Beira Rio e no Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG/MCT), em Belém (PA). O seminário prossegue até o dia 25.
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III Seminário sobre Rotas Tecnológicas da Biotecnologia no Brasil

O III Seminário sobre Rotas Tecnológicas da Biotecnologia no Brasil será realizado nos dias 20 a 22 de junho de 2007 em Ribeirão Preto. É um Evento de âmbito nacional que reúne empresários, pesquisadores, docentes, investidores e estudantes para discutir as rotas tecnológicas da biotecnologia, com o propósito de identificar quais as oportunidades de fomento à pesquisa e a sua transferência para utilização na indústria nacional, de forma a proporcionar o surgimento de produtos e processos inovadores. Leia mais.

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Faltam 7 dias para entrega: Entrega Final dos Planos de Negócios atualizados

Faltam 7 dias para entrega: Entrega Final dos Planos de Negócios atualizados
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Dengue na mira da genética

Foi anunciado nesta quinta-feira (17/5) o seqüenciamento do genoma do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e da febre amarela. O trabalho, realizado por um grupo internacional... Leia mais.

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Ministro vê com bons olhos a liberação de milho transgênico

O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, avaliou como "um passo importante" a decisão da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) de liberar a comercialização do milho transgênico libertlink. De acordo com o ministro, há nove anos a CTNBio não aprovava a liberação comercial de um vegetal transgênico. Leia mais.

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Milho transgênico é aprovado sem análise de riscos à saúde e ao meio-ambiente

A liberação do milho transgênico foi feito sem análise dos riscos à saúde e sem protocolos de impactos ambientais. O princípio de precaução e a análise de riscos deveriam ser os pontos centrais da liberação, mas foram postos de lado. Leia mais.

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Embrapa vai à Antártica buscar soluções para questões climáticas que preocupam a agricultura brasileira



Pesquisas vão permitir conhecer melhor o funcionamento de proteínas anticongelantes e o seu uso em prol da agropecuária no Brasil.

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NIT's e a Efetividade do Programa RENORBIO - conteúdos disponíveis

Estão disponíveis os conteúdos do Seminário "Os NITs e a Efetividade do Programa RENORBIO" - realizado em Fortaleza em 10/04/2007, com apoio do BNB. Acesse aqui.

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Itália desenvolve tomate resistente à seca


Cientistas italianos desenvolveram um tomate capaz de prosperar com menos de um quarto de água do que as variedades comuns. Leia mais.




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Rio Grande do Sul prepara lei de incentivo para área de TI

Governo também promete fundo de capital para fomentar novas empresas

O Rio Grande do Sul prepara um fundo de capital de risco para fomentar novas empresas e terá uma nova lei de incentivo à inovação até junho, se aprovada pela Assembléia Legislativa do Estado. A idéia é estimular a criação de novas companhias de tecnologia e atrair empresas de software para o Rio Grande do Sul.

(ALexandre Barbosa)

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27 Fevereiro 2007

Porcelana fina feita com ossos agora tem tecnologia brasileira

Site Inovação Tecnológica / Agência Fapesp

Uma porcelana com maior alvura, leveza, resistência e valor do que a comum. Assim é a porcelana de ossos, material originariamente produzido na Inglaterra, que o físico Ricardo Yoshimitsu Miyahara desenvolveu com matérias-primas totalmente brasileiras em estudo inédito realizado no Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da Escola Politécnica (Poli) da USP.

Utilizando cinzas de ossos bovinos, caulim (tipo de argila) e feldspato (rocha dotada de propriedade fundente), Miyahara conseguiu, em seu doutorado, produzir uma porcelana com propriedades superiores às do material inglês, que emprega a "cornish stone", uma matéria-prima específica daquele país.

Além de resultar numa louça de maior valor agregado e de ser a única cerâmica feita com alguma matéria-prima renovável, a porcelana de ossos tem potencial de utilização na produção de próteses odontológicas mais resistentes e de melhor resultado estético.

Porcelana brasileira

A chave para uma porcelana de ossos de qualidade está no controle das condições de produção. "Obtivemos um excelente material devido ao conhecimento dos principais parâmetros que devem ser muito bem controlados", afirma o pesquisador.

A formulação (50% de cinzas de ossos, 20% de caulim e 30% de feldspato), associada ao tempo de moagem de 24 horas e à temperatura ideal de queima do material (1270 graus Celsius) resultou numa porcelana de ossos quase duas vezes mais resistente que a porcelana comum e tão branca quanto a porcelana de ossos inglesa.

Além da Inglaterra, que produz a porcelana desde o século dezoito, apenas Estados Unidos e China fabricam essa cerâmica, cujo custo de importação é muito alto. "Como o Brasil é um dos maiores criadores de gado bovino do mundo e tem grande tradição na fabricação de produtos cerâmicos, temos, então, condições de fabricar essa porcelana em grande quantidade, podendo até tornar-nos um grande exportador desse material que possui um elevado valor agregado", avalia Miyahara.

Biocompatibilidade

Além de compor esse tipo de porcelana, as cinzas de ossos poderiam ser utilizadas para produzir bioimplantes, substituindo materiais como a platina, que podem causar rejeição em alguns casos. Segundo o pesquisador, os ossos, depois de lavados e queimados, transformam-se em hidroxiapatita, um mineral dotado de propriedades de biocompatibilidade.

Apesar de existir na natureza, a hidroxiapatita contém uma série de contaminantes. Apenas em sua forma sintética - e de elevado custo - o material está livre deles. Entretanto, "a hidroxiapatita obtida no estudo é naturalmente livre de contaminantes e, talvez, possa ser usada como matéria-prima de maior biocompatibilidade para implantes", afirma Miyahara.

Via: ABDI

Temor da biopirataria tornou legislação severa


Jornal do Senado

Em dois anos de trabalho, a proposta da Política de Desenvolvimento da Biotecnologia foi formulada pelo Fórum de Competitividade Biotecnológica, que reuniu especialistas de vários ministérios e instituições de pesquisa e ensino.

Chefe de pesquisa e desenvolvimento da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Mauro Carneiro, que coordena o grupo de trabalho de biotecnologia agropecuária no fórum, é categórico ao responsabilizar o marco regulatório pela maior parte dos problemas enfrentados pelos pesquisadores da área.

– As leis de acesso aos recursos genéticos, de biossegurança, de patentes e o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) engessam a pesquisa. Para se iniciar qualquer tipo de coleta, apenas para pesquisa, é preciso fazer um contrato. Não podemos sequer proteger a nossa biodiversidade patenteando nossos genes e substâncias, diferentemente do que acontece nos outros países – enfatiza Carneiro.

Com as falhas na fiscalização e o temor da biopirataria, as medidas legais acabam inibindo o trabalho de universidades e instituições de pesquisa, assegura o pesquisador da Embrapa.

Para Carneiro, é preciso haver maior flexibilização, como na Coréia do Sul, onde, segundo ele, marcos regulatórios adequados teriam alavancado a bi-otecnologia e inserido as empresas, com segurança, nas parcerias com as instituições de pesquisa.

O pesquisador reforça que a biotecnologia gera produtos de alto valor agregado, mas precisa de investimentos para ser executada, recursos que poderiam ser buscados junto à iniciativa privada, que no entanto não chegam, devido à burocracia legal e à insegurança jurídica.

– Nós desenvolvemos o produto, registramos ou patenteamos e depois licenciamos. Mas é preciso esperar dez anos para que o patenteamento seja feito pelo Inpi, o que tira completamente o caráter de inovação numa área tão ágil como a da biotecnologia. Isso afasta qualquer parceiro – reclama.

Os R$ 10 bilhões destinados à política de biotecnologia ajudarão, segundo Carneiro, se forem novos aportes.

– Esse montante não pode estar inserido no atual orçamento dos ministérios. Mas se for dinheiro extra, será de grande ajuda – diz. Para custeio de pesquisas biotecnológicas, a Embrapa recebe anualmente cerca de R$ 2,5 milhões.

Na área agropecuária, a biotecnologia tem avançado muito em áreas como produção animal e vegetal, pesquisa de variedades transgênicas, segurança alimentar e detecção de pragas e doenças.

Via: ABDI

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Comissão do Senado Federal aprova proposta que poderá alterar a Lei do Bem

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou, no dia 13, uma proposta que altera a Lei 11.196/05, conhecida como Lei do Bem, que estimula a inovação tecnológica. É o PLC 124/06, de autoria do Executivo, que cria novo incentivo fiscal para pessoa jurídica que invista em pesquisas científicas e tecnológicas, quando os projetos forem executados por instituição científica e tecnológica (ICT). A proposta garante a exclusão, para efeito de apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), dos gastos efetuados pela empresa com o projeto desenvolvido.

O projeto foi aprovado em dezembro pela Câmara dos Deputados e tramita em regime de urgência, a pedido do governo. Na próxima semana, a matéria deverá ser apreciada pela Comissão de Educação da Casa para, em seguida, ser votada em Plenário. Ela poderá travar a pauta se não for aprovada até o dia 10 de março. Com o objetivo de acelerar a tramitação da proposta, o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), retirou uma emenda apresentada, mas já anunciou que defenderá a alteração durante a avaliação do Plenário.

De acordo com o PLC, somente poderão receber recursos os projetos apresentados pela ICT previamente aprovados por um comitê permanente de acompanhamento de ações de pesquisa científica e tecnológica e de inovação tecnológica, composto por representantes dos ministérios da Ciência e Tecnologia; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e da Educação. A proposta também estabelece que os recursos colocados à disposição da ICT sejam depositados, pela empresa financiadora, em conta bancária mantida em instituição financeira oficial federal. A conta deverá ser aberta diretamente em nome da ICT, vinculada à execução do projeto de pesquisa, tecnologia ou inovação, para ser movimentada apenas com essa finalidade. O projeto beneficiado está impedido de acumular qualquer outro tipo de incentivo previsto na lei que estimula a inovação tecnológica.

(Com informações da Agência Senado)

Via:
ABDI

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Álcool brasileiro pode ser alternativa energética mundial

Agência FAPESP

A última edição da revista Science tem como destaque um dossiê sobre sustentabilidade e energia. O consumo energético global é considerado pela revista como "o maior desafio para um futuro sustentável".

Os editores da publicação norte-americana ressaltam a dependência mundial dos combustíveis fósseis não-renováveis que foram e continuarão a ser a principal causa da poluição e das mudanças climáticas. "Esses problemas e a crescente escassez das reservas de petróleo tornam cada vez mais urgente a viabilização de energias alternativas", afirmam.

A edição enfoca alguns dos desafios e esforços necessários "para que a energia sustentável seja mais efetiva em escala suficiente para fazer diferença". Segundo o editorial, várias das questões fundamentais ligadas ao tema "requerem grandes esforços de pesquisa em áreas que ainda têm pouco investimento".

Os 22 artigos da seção especial da edição tratam de avanços científicos e de perspectivas em tópicos como energia solar, biocombustíveis, células de hidrogênio, energia fotovoltaica, seqüestro de carbono e produção de combustíveis a partir de microrganismos.

Em um dos textos, Nathan Lewis, da Divisão de Química do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, afirma que a conversão direta da luz do sol, com células de energia solar, em eletricidade ou hidrogênio esbarra nos altos custos, independentemente de sua eficiência intrínseca.

Mike Himmel, do Departamento de Bioquímica da Universidade do Estado do Colorado, explica como a União Européia planeja produzir um quarto de seus combustíveis a partir de biomassa até 2030. Em outro artigo, Janez Potocnik, diretor de Ciência e Pesquisa da Comissão Européia, discute como os europeus estão estabelecendo metas e alocando recursos para energias alternativas.

Brasil em primeiro plano

Um dos destaques do dossiê é o artigo Etanol para um futuro de energia sustentável, de José Goldemberg, secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. O combustível comum nos postos brasileiros é apontado pela revista em editorial como a "principal alternativa energética viável a curto prazo".

Para o físico Goldemberg, também professor do Instituto de Eletrotécnica e Engenharia da Universidade de São Paulo (USP), o destaque para o Brasil na edição da Science mostra que a comunidade científica norte-americana percebeu as vantagens do etanol baseado em cana-de-açúcar em relação ao combustível produzido a partir do milho. A Science é publicada pela Sociedade Norte-Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, na sigla em inglês).

"Eu não submeti o artigo à apreciação dos editores. Eles entraram em contato e solicitaram a contribuição, o que é raro nesse tipo de publicação. Isso mostra que os norte-americanos se conscientizaram de que o etanol de cana-de-açúcar é um caminho promissor", disse Goldemberg à Agência FAPESP.

Goldemberg defende que o programa brasileiro, iniciado na década de 1970, seja replicado em outros lugares do mundo. Ele explica que o etanol de cana-de-açúcar é sustentável por consumir, em sua produção, muito menos combustível fóssil que o de milho.

"Além disso, o milho cria uma competição direta entre o uso para alimento e para combustível, o que é um efeito perverso. Com a produção atual de etanol, o preço do milho já subiu, encarecendo o produto inclusive no México, onde é a base da alimentação", disse.

Combustível para exportação

Segundo Goldemberg, se o modelo brasileiro for replicado em outros países, o Brasil poderá tirar proveito da exportação do produto. "O etanol não contribui para o efeito estufa, por isso os países europeus e o Japão, por exemplo, teriam interesse em importar do Brasil para reduzir suas emissões. No momento há muitas barreiras alfandegárias, mas a necessidade de combater o efeito estufa deverá baixá-las", disse.

Em seu artigo, Goldemberg aponta que a produção de etanol de cana-de-açúcar no Brasil é de 16 bilhões de litros por ano, o que requer cerca de 3 milhões de hectares de terra. "A competição pelo uso da terra para produção de comida e combustível não tem sido substancial: a cana cobre 10% do total de terras cultivadas e 1% das terras disponíveis para agricultura no país. A área total de plantações (para açúcar e etanol) corresponde a 5,6 milhões de hectares", conta.

O cientista afirma que a produção de etanol a partir da cana-de-açúcar pode ser replicada em outros países sem grandes prejuízos para os ecossistemas naturais. Em todo o mundo, cerca de 20 milhões de hectares são usados para plantio de cana-de-açúcar, na maior parte para produção açucareira.

"A expansão da produção nos moldes do programa brasileiro de etanol, com um acréscimo de 30 milhões de hectares no Brasil e em outros países, seria suficiente para que o etanol substituísse 10% da gasolina usada no mundo. A área corresponde a uma pequena fração dos 2 bilhões de hectares de áreas cultivadas em todo o mundo", explicou.

Importância ambiental

Goldemberg afirma que a expansão do uso do etanol não deverá pressionar o meio ambiente. "Existem amplas possibilidades de expandir sem precisar usar áreas que envolvam degradação. Em São Paulo, a produção de cana-de-açúcar ocorre em áreas já degradadas e ainda há espaço para duplicar ou triplicar a produção usando só essas áreas."

O biodiesel, de acordo com o professor, representa perigo ambiental iminente. "O problema é que ele está sendo produzido a partir da soja. É preciso procurar outras culturas, como dendê ou pinhão-bravo. A soja, ao contrário da cana-de-açúcar, é cultivável na Amazônia. Permitir que o programa seja dependente da soja é um grande perigo", afirmou.

Em seu artigo, Goldemberg destaca que mais de 80% do total da energia utilizada do mundo é proveniente de combustíveis fósseis, que pouco mais de 6% correspondem à energia nuclear e que apenas cerca de 13% vêm de energias renováveis. "Mas boa parte dessa biomassa é usada de maneira não renovável. A grande oportunidade que temos é modernizar o uso de biomassa, e isso é o que está sendo feito com o etanol e o biodiesel", disse.

Via: ABDI

Aberta consulta pública sobre repartição de benefícios da biodiversidade

O Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGEN), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), está promovendo consulta pública para discutir e aperfeiçoar formas para a repartição dos benefícios decorrentes do acesso ao conhecimento tradicional associado ao patrimônio genético brasileiro. O Ministério da Ciência e Tecnologia é membro do CGEN.

O objetivo é dividir com as comunidades indígenas e locais os resultados econômicos da biodiversidade nacional.

Até 26 de março a consulta pública ficará disponível na página do Ministério do Meio Ambiente e em páginas dos outros órgãos que participam do CGEN. A iniciativa integra as ações relacionadas à Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB), e garante que as partes interessadas sejam ouvidas para uma repartição justa e eqüitativa dos benefícios provenientes da biodiversidade.

Informações e participação da consulta pública

Via: Assessoria de Comunicação do CNPq

Cetene produz pão de palma forrageira e ração animal de rejeitos de camarão

Pesquisadores do Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene), unidade do Ministério da Ciência e Tecnologia, estão produzindo ração a partir de farinha de camarão, e pão, da palma forrageira. Os técnicos querem, futuramente, desenvolver um suplemento alimentar para o consumo humano e alimentos para redes de fast food a partir do rejeito do camarão. O pão da palma já é destinado à alimentação humana.

A indústria do camarão é comum na região Nordeste e o projeto visa produzir alimentos de custo barateado e, ainda, reduzir os impactos ambientais da atividade econômica. Já a palma é uma planta comum na região e muito resistente à seca. É fonte de fibras e vitamina C. Os projetos estão sendo desenvolvidos em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Os rejeitos da indústria camaroneira dão origem a uma biomassa que pode ser utilizada como ração alimentar, inicialmente aplicada ao consumo de peixes. Um composto rico em proteínas e carotenóides é criado a partir da auto-hidrólise do rejeito de camarão. Esse composto possui uma porção líquida á qual é adicionada glicose e essa mistura é utilizada para cultivar a levedura candida utilis, com o objetivo de enriquecer o composto com vitaminas do complexo B.

O início da pesquisa com o rejeito de camarão foi o tema da tese de mestrado do pesquisador Eduardo Gomes e a otimização do processo está sendo abordada na tese de mestrado do pesquisador Gustavo Alves, ambos do Cetene. Testes com a ração serão realizados no Sítio do Meio, no município de Catende (PE), no cultivo de peixes em tanques-rede.

O pão tipo integral de palma é produzido a partir da farinha de palma enriquecida com fermento biológico. A idéia é fazer o pão utilizando a palma enriquecida como extrato, que substituiria parte da farinha de trigo e reduziria a utilização de fermento, barateando os custos do produto. O projeto foi iniciado no Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami (LIKA), da UFPE.

(Com colaboração de Érika Lima)

Fabiana Galvão - Assessoria de Imprensa do MCT

24 Fevereiro 2007

Aquecimento Global - Cresce o interesse por aquecimento global na internet

Divulgado pela Reuters.

Segundo levantamento, buscas pelo tema cresceram 173% em relação a 2006.

Via: estadao.com.br

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Aquecimento Global - Empresa dos EUA quer acumular energia eólica em carros

Divulgado pela Reuters.

Pelo plano, carros poderão ser carregados com eletricidade gerada pelo vento à noite, e devolver a energia à rede de transmissão durante o horário de pico.

Via: estadao.com.br em 23.02.07 19:48

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I - Seminário Brasileiro sobre Seqüestro de Carbono e Mudanças Climáticas





O I Seminário Brasileiro sobre Seqüestro de Carbono e Mudanças Climáticas será realizado pelo Instituto Ecoplan, e contará com a participação de especialistas sobre o assunto no Brasil, trazendo informações e discussões sobre o estado da arte das tecnologias do seqüestro de carbono e sobre o panorama mundial atual relativo as Mudanças Climáticas. O evento abordará perspectivas e oportunidades para geração de conhecimento, pesquisa e desenvolvimento de projetos no âmbito do Protocolo de Quioto.

Demonstrando uma atitude ambientalmente responsável, o evento fará a adesão ao projeto “Carbono Limpo” por meio do plantio, para cada inscrito, de 3 mudas nativas do bioma Mata Atlântica, resultando em mais de 500 árvores que serão plantadas e mantidas na sede da ONG Instituto Ecoplan, no Estado do Paraná. A ação compensará parte das emissões geradas pelo evento.

O evento tem como público alvo a academia, empresas, órgãos governamentais e não governamentais, e aos interessados em contribuir com a mitigação das Mudanças Climáticas.

Após o seminário, nos dias 12 e 13, serão ofertados 6 mini-cursos.

Temas dos mini cursos

- Redução das emissões de gases de efeito estufa por seqüestro geológico de CO2;
- Mercado de Carbono;
- Educação para Mudanças Climáticas;
- Quantificação de Carbono na biomassa;
- Captura de CO2;
- Produção de Microalgas para Biocombustíveis.
Local: Hotel Blue Tree Pirâmide - Natal/RN
(84) 4009-9400
Central de Reservas: 0800-150500 -
reservas.natal@bluetree.com.br
Obs.: As reservas devem ser feitas diretamente com o setor de reservas do hotel.
Solicite Tarifa Especial de participante do Seminário.

Os 20 primeiros inscritos, receberão gratuitamente um exemplar do livro:

Carbono: Desenvolvimento Tecnológico, Aplicação e Mercado Global
clique aqui leia o prefácio da 2ª edição

Via: ecoplan.org

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EUA descartam reduzir tarifa para etanol brasileiro



Álcool brasileiro paga sobretaxa de R$ 0,30 por litro frente ao etanol dos EUA; juntos, os dois mercados representam 70% do consumo mundial do combustível

WASHINGTON - A parceria que Brasil e Estados Unidos visam firmar na produção de etanol não prevê redução de tarifas cobradas sobre o álcool brasileiro para entrar no mercado americano.

"O tema das tarifas não está na mesa de negociações", disse Greg Manuel, coordenador do setor de Energia do Departamento de Estado americano.

Atualmente, o álcool brasileiro paga sobretaxa de US$ 0,54 por galão (R$ 0,30 por litro) para entrar no mercado americano.

O representante dos Estados Unidos foi um dos participantes do evento “Etanol, Biodiesel e a Revolução dos Biocombustíveis”, realizado na terça-feira, 20, no Brazil Institute do centro de pesquisas políticas Woodrow Wilson Center, de Washington.
Ele versava sobre os assuntos relativos ao combustível que devem ser debatidos durante a visita do presidente americano, George W. Bush, ao Brasil no próximo dia 8 de março, e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos Estados Unidos no dia 31 do mesmo mês.

Visita

Segundo o representante americano, entre esses temas estão a cooperação em áreas de pesquisa e desenvolvimento, transferência de recursos do etanol para outros países, e a necessidade de criar um mercado global para o produto.
"A prioridade é apostar na criação de um mercado de commodity internacional. Para que isso aconteça, é preciso criar padrões comuns para o etanol, e ambos os países já estão atuando nesse sentido."
A transformação do álcool em commodity internacional seria o passo inicial para que ele venha ser negociado em bolsas de mercadorias, como o petróleo ou a soja.
Manuel disse ainda que os americanos desejam firmar parcerias público-privadas entre Brasil e Estados Unidos, através, por exemplo, de um projeto conjunto realizado em um país do Caribe ou da América Central.
O representante americano acredita que o etanol possa desempenhar um papel ainda mais ambicioso no cenário mundial, contribuindo até para coibir o narcotráfico.
"À medida que o etanol vai se tornando um produto de alto valor, fazendeiros que cultivavam produtos usados na produção de drogas poderiam passar para outras culturas", afirmou.
Manuel esteve recentemente no Brasil acompanhando o subsecretário de Estado americano, Nicholas Burns. Brasil e Estados Unidos respondem juntos por 70% do mercado mundial de etanol. O produto americano é produzido a partir de milho, ao passo que o brasileiro é feito de cana de açúcar.

Via: estadao.com.br

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Biodiesel atrai US$ 190 milhões ao Brasil

Os grupos Agrenco e Marubeni, do Japão, se uniram para construir no País três usinas para gerar energia a partir de soja e capim, em MT, MS e PR

Por Ana Paula Lacerda e Andrea Vialli

SÃO PAULO - O grupo franco-brasileiro Agrenco fez uma parceria com o grupo japonês Marubeni Corporation para investir US$ 190 milhões em energia, por meio da companhia Agrenco Bioenergia. As empresas construirão três complexos de bioenergia no Brasil, sendo três usinas de biodiesel, duas usinas de energia elétrica e duas indústrias de esmagamento de soja. Os locais escolhidos são as cidades de Alto Araguaia (MT), Caarapó (MS) e Céu Azul (PR), devido a parcerias com produtores locais e com a rede de ferrovias ALL, que também utilizará o biodiesel produzido.

"Escolhemos o Brasil não só por ser o país dos fundadores da Agrenco, mas por ser o único local no mundo que poderá ter sua produção ampliada duas ou três vezes em pouco tempo e sem danos à natureza", diz o presidente da Agrenco, Antonio Iafelice. A intenção é que os três complexos comecem a produzir em janeiro de 2008, cerca de 380 mil de toneladas de biodiesel por ano, seguindo a regulamentação da União Européia.

Além de atender aos parceiros internos, a produção será voltada para a exportação. Já estão em andamento as negociações com a prefeitura de Tóquio para que o biodiesel brasileiro (do tipo B-100) seja utilizado no transporte público da cidade. "Também vemos um grande mercado na Europa, que estabeleceu metas de consumo", diz Iafelice. Em janeiro, a União Européia se comprometeu a utilizar 10% de biocombustíveis (biodiesel ou etanol) misturados aos combustíveis tradicionais até 2010.


Biomassa


A energia elétrica dos três complexos da Agrenco Bioenergia será gerada por meio da queima de biomassa - o produto utilizado será o capim napier, gramínea também conhecida como capim-elefante. As empresas plantarão 10.000 hectares de napier para este fim. Muito utilizado na Europa, o capim-elefante produz mais energia do que o eucalipto, quando queimado.
A Marubeni investirá US$ 40 milhões na Agrenco Bioenergia, um ramo do Grupo Agrenco voltado à produção de bioenergia. As sementes oleaginosas serão compradas de produtores e cooperativas locais.

A Marubeni vai controlar 33% da companhia. Os demais 67% ficam com a Agrenco. É o primeiro investimento das empresas no setor. A Agrenco, cujo faturamento no ano passado ficou em torno de US$ 1,4 bilhão, é uma empresa de serviços para agronegócio (logística, exportação e distribuição, entre outros) que atua principalmente na área de soja. No Brasil foram originadas cerca de 95% das 1,6 milhão de toneladas de soja comercializadas pelo grupo em 2005.

Já a Marubeni Corporation é um colosso japonês com faturamento de US$ 67 bilhões em 2006 e atuação em 72 países nas áreas química, siderúrgica, logística, comunicação, finanças e energia. No Brasil, é dono da Cia. Iguaçu de Café Solúvel e opera terminais de soja em São Francisco do Sul (SC). Procurado pelo Estado, o grupo não quis se pronunciar.

Iafelice, da Agrenco, estava na quarta-feira, 21, na Coréia. Ele diz que existem planos também para o início de quatro projetos de produção de etanol em terras brasileiras. As negociações estariam em andamento com parceiros coreanos.

Via: estadao.com.br - 22 de fevereiro de 2007 - 11:19

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Petrobras e Gazprom fecham acordo para projeto de gás

Também foram discutidas potenciais melhorias nos processos de implementação de gasodutos brasileiros incorporando a experiência da russa Gazprom

SÃO PAULO - A Petrobras e a companhia russa Gazprom assinaram nesta sexta-feira memorando de entendimentos para identificar oportunidades de cooperação para implementação de projetos nas áreas de óleo e gás. Com o acordo, assinado na sede da estatal brasileira, no Rio de Janeiro, três iniciativas de possibilidades de cooperação já foram identificadas nas áreas de GNL, armazenamento de gás natural e otimização da operação de sistemas de transporte de gás natural.

De acordo com a Petrobras, o cronograma de atividades se estenderá até o próximo ano, mas espera-se que, já em 2007, a companhia brasileira e a Gazprom concretizem parcerias, especialmente na área de GNL. Também foram discutidas potenciais melhorias nos processos de implementação de gasodutos brasileiros incorporando a experiência da Gazprom, que é a maior companhia de gás do mercado mundial.

O acordo foi assinado pelo diretor de Gás e Energia da Petrobras, Ildo Sauer, e pelo diretor de Negócios Internacionais da Gazprom, Stanislav Tsygankov. O encontro contou ainda com a participação do presidente em exercício da companhia, Guilherme Estrella, também diretor de Exploração e Produção, e do cônsul geral da Federação da Rússia no Rio de Janeiro, Alexey Labetskiy. Esta é a terceira reunião ocorrida entre as empresas, que iniciaram, há um ano, conversações com objetivo de aprofundar um acordo futuro.

Via: estadao.com.br

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21 Fevereiro 2007

Inovação e Empresa


Como acelerar o desenvolvimento de novos produtos


Está provado que as equipes multifuncionais - compostas por indivíduos que pertencem a diferentes áreas funcionais - são fundamentais para a agilização dos projetos de desenvolvimento de novos produtos. Pelo menos, é o que afirmam as autoras de uma pesquisa recente, segundo a qual a diminuição do tempo gasto com o desenvolvimento de um produto permitirá às empresas manter sua vantagem competitiva ou, simplesmente, garantir sua sobrevivência. Contudo, essas equipes possuem diversas características que, aliadas a decisões da alta direção, produzem um impacto sobre a velocidade de desenvolvimento que merece ser aprofundado.


A seguir, o Universia-Knowledge@Wharton apresenta os resultados obtidos pela pesquisa.


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O que há de novo



Carro ecológico: o desafio de Bruxelas
Altas constantes dos preços do petróleo; emissões de CO2 com limites que não devem ser ultrapassados; um parque automobilístico numeroso: os atuais 740 milhões de veículos (responsáveis por 18% das emissões) serão mais de 1,2 bilhão em 2030 e 2 bilhões em 2050, de acordo com estimativas do setor. Estes são apenas alguns dos fatores que contribuíram para que, há algumas semanas, a Comissão Européia limitasse as emissões de CO2 dos veículos europeus. De que maneira a medida poderá afetar a indústria européia? Leia aqui.

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Super frutas made in Paraíba

Manga e mangaba curam doenças e Estado tem maior banco genético do mundo

Por Henriqueta Santiago

A tecnologia já chegou à fruticultura da Paraíba e o Estado está produzindo frutas gigantes e mais saborosas. Mangaba, manga, caju, cajá, abacaxi, goiaba e umbu geneticamente modificados por pesquisadores da Empresa de Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (EMEPA) são maiores, mais doces, são colhidos em menos tempo e com alta produtividade. Quem atesta é o diretor técnico da Emepa e pesquisador, Camilo Flamarion de Oliveira Franco. Segundo ele, mangabas clonadas na Estação Experimental da Emepa, em Mangabeira, na Capital, já foram colhidas com até 130 gramas, 13 vezes maiores do que mangabas nativas cultivadas no estado, que têm, em média 10 gramas.

A Paraíba possui o maior Banco Ativo de Germoplasma (BAG) do mundo de mangaba, que é o local onde se concentram os melhores materiais genéticos de uma planta.

[...]

De acordo com o pesquisador, a mangaba tem uma importância muito grande porque também é eficaz no combate a males e doenças. "[...] Além disso, ela tem um princípio medicinal na cura de tuberculose e úlcera gástrica, por causa do látex. É ainda, laxativa e usada por pesssoas que têm instestino preso. Possui também alto valor nutritivo", observou.

Via: Correio da Paraíba - Versão impressa de 11.02.2007

Paraíba produzirá sapato antichulé

“DryShoe” é o único PVC no mundo que respira e absorve a transpiração, evitando suor e mau cheiro

Por Henriqueta Santiago

Uma nova tecnologia chegará aos pés dos paraibanos. A Paraíba produzirá, a partir do próximo ano, um novo material sintético, o “DryShoe”, para ser utilizado na fabricação de sapatos que absorve o suor dos pés, evita o mau cheiro (chulé) e proporciona maior conforto. O novo produto foi criado pela empresa paulista Cipatex, que fabrica laminados sintéticos para calçados e possui uma fábrica no município de Bayeux, na Grande João Pessoa. Segundo o diretor comercial da Cipatex em São Paulo, William Marcelo Nicolau, Bayeux passará a produzir o DryShoe, em 2008.

“O DryShoe é um laminado de PVC para calçado, que vai absolver o suor do pé e quando a pessoa tirar o sapato, o suor será evaporado e não vai haver problemas de mau cheiro. Além disso, a sensação de conforto por causa do calor nos pés melhora muito com o uso desse material. Essa é uma evolução do setor calçadista, pois o DryShoe é o único PVC no mundo que respira e absorve a transpiração. A Cipatex pretende revolucionar o mercado nacional e internacional com o lançamento desse produto”, assegurou Marcelo Nicolau. Leia mais

Via: Correio da Paraíba

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Brasil recupera registro da marca 'açaí' de japoneses

São Paulo - O açaí é, de novo, brasileiro. A frutinha típica da Amazônia estava desde 2003 registrada no Japão como marca de propriedade da empresa K.K. Eyela Corporation. No início do mês, o Departamento de Patrimônio Genético do Ministério do Meio Ambiente informou que o registro da marca “açaí” foi cancelado por ordem do Japan Patent Office, o escritório de registro de marcas do Japão.

A decisão não é definitiva - cabe ainda um recurso da empresa em 30 dias. Caso a empresa não reivindique a marca, o caso estará encerrado. “Isso criou um problema moral e econômico para o País. Se algum produtor quisesse exportar açaí para o Japão, teria de inventar outro nome ou pagar royalties para a dona da marca”, explica Eduardo Veléz, diretor de patrimônio genético do Ministério do Meio Ambiente. Segundo Veléz, isso era usado “de forma perversa” como barreira não tarifária.

O Ministério do Meio Ambiente credita a vitória aos esforços da embaixada brasileira no Japão, que desenvolve um trabalho envolvendo outros dois ministérios - Relações Exteriores e Indústria e Comércio - para alertar os escritórios de registros de marca ao redor do mundo sobre o registro indevido de componentes da biodiversidade nacional.

Entre as ações, o governo formulou uma extensa lista com 3 mil nomes científicos de plantas da biodiversidade brasileira, que, com as denominações populares , chega a 5 mil nomes, e distribui para escritórios de registro de marcas no mundo inteiro. “É uma ação preventiva, que vai facilitar nossa defesa, caso apareça outro caso como este”, diz Otávio Brandelli, chefe da divisão de Propriedade Intelectual do Ministério das Relações Exteriores.

Para os produtores de açaí, a decisão abre a possibilidade de se explorar um novo mercado - o Japão. O açaí brasileiro é bem aceito em mercados como os Estados Unidos e a Europa, mas ainda pouco conhecido pelos japoneses. “É nosso interesse fornecer para o mercado japonês”, diz Jamyl Atroch, sócio da Andirá, empresa de Manaus que produz açaí e guaraná em pó. “O cancelamento do registro da marca açaí no Japão vai nos beneficiar.” Thomas Mitschein, presidente do Poema, ONG que coordena o trabalho de produtores de açaí na Amazônia, acredita no potencial do novo mercado. “Estamos incentivando os produtores para manejarem bem seus açaizeiros, pois esperamos um aumento da produção.” (Andrea Vialli)

Via: AE [ 21 de fevereiro de 2007 - 09h02 ]

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Brasil usa DNA para criar vacina contra tuberculose

São Paulo - Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desenvolveram a primeira vacina brasileira contra a tuberculose a partir de DNA com capacidade para curar a doença. A eficiência já foi comprovada em testes feitos em animais.

Segundo o coordenador do Núcleo de Pesquisas em Tuberculose da Faculdade de Ciências Médicas da USP de Ribeirão Preto, Célio Lopes Silva, a vacina teve resultados positivos nos testes in vivo. "Aguardamos agora os recursos para fazer testes clínicos em humanos", afirmou.
Pelo menos outras 40 vacinas gênicas contra a tuberculose estão em desenvolvimento no Brasil. A diferença dessa para as outras é o potencial terapêutico. "As vacinas em estudo fazem uso de outras proteínas. A vantagem dessa que estudamos é a possibilidade não só de prevenção como também de cura, devido à especificidade desse gene encontrado. A vacina poderá ser usada para prevenir e para tratar a doença", disse Silva.

Outra vantagem que a vacina desenvolvida pela USP e pela Unicamp apresentou em testes foi o melhor resultado quando aplicada por via intranasal, meio menos invasivo que o intramuscular. Segundo Silva, o conceito é inovador. "Em vez de injetar milhares de antígenos, com essa vacina um gene carrega a mensagem desse antígeno e a leva para o sistema imunológico, para que seja produzido dentro da célula."

A tuberculose é uma doença infecciosa causada por uma bactéria conhecida como bacilo de Koch. Atinge principalmente o pulmão, em cerca de 85% dos casos, mas também pode afetar outros órgãos, como olhos, rins, cérebro e ossos.

Segundo dados do Ministério da Saúde, há pelo menos 90 mil casos da doença registrados no Brasil. No mundo, são 3 milhões de mortes por ano em conseqüência da tuberculose. "Isso mostra que a única vacina existente contra a tuberculose, a BCG, não é realmente efetiva", afirmou Silva. (Tatiana Fávaro)

Via: AE - [ 21 de fevereiro de 2007 - 09h14 ]

Brasil exporta tecnologia para produção da cana-de-açúcar

O Brasil é referência mundial quando o assunto é produção de cana-de-açúcar e álcool. A tecnologia nacional chegou ao espaço, de onde já se pode monitorar a expansão do plantio no País. O programa Canasat, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) com base em imagens de dois satélites, mostra que do noroeste de São Paulo, os canaviais espalham-se rapidamente pelo Centro-Sul do País, em direção ao Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas, Paraná, Rio e Espírito Santo.

E o Inpe não está sozinho. Esta é apenas uma das inúmeras tecnologias desenvolvidas nas últimas décadas. No campo, programas de adaptação de variedades são cada vez mais eficazes e tornam possível o plantio de cana em praticamente todo o País.

A pesquisa ajuda ainda a extinguir práticas agrícolas hostis, como a colheita manual e as queimadas. O mercado já oferece diversas opções de maquinário para cana, especialmente colhedoras, que também reduzem as perdas. Quando se fala em instalação de usina, é aqui no Brasil que investidores vêm buscar informações e adquirir mão-de-obra especializada.

Visitas estrangeiras

O potencial brasileiro nesta área parece ser unanimidade mundo afora. Fabricantes de máquinas para o setor são destino obrigatório para estrangeiros interessados em investir na atividade. "Esperávamos um mercado menos avançado", disse o pesquisador do Instituto de Engenharia Agrícola da Universidade de Hohenheim, Leandro Henz, em visita à indústria Santal, de Ribeirão Preto (SP). O pesquisador acompanhou durante dez dias um grupo de agricultores alemães, produtores de beterraba, que conheceram todas as fases da produção da cana, do campo à indústria.

"Estamos um passo à frente do resto do mundo", diz o presidente da Santal, empresa 100% nacional, Arnaldo Adams Ribeiro Pinto. Na década de 70, uma máquina colhia 150 toneladas de cana por dia. Hoje, colhe 800 toneladas/dia. "São máquinas com desenhos mais eficientes, maior potência e melhor capacidade hidráulica", explica. As informações são de O Estado de São Paulo/Agrícola. (Niza Souza)

Via: Agência Estado - [ 21 de fevereiro de 2007 - 09h22 ]

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Em pequenas doses


Pesquisadores da Unesp desenvolvem iscas menos tóxicas e com ação lenta para controle de formigas


Por Yuri Vasconcelos


Elas não são repulsivas como as baratas nem incomodam tanto como os pernilongos ou as moscas, mas, como esses insetos, as formigas urbanas são uma praga. Vetores de fungos e bactérias, elas podem contaminar alimentos em casas e restaurantes e disseminar doenças em hospitais. Por isso, precisam ser prontamente controladas. A boa notícia para esse combate, levado em frente principalmente pelas donas-de- casa e empresas de desinsetização, é que uma dupla de biólogos do Centro de Estudos de Insetos Sociais da Universidade Estadual Paulista (Ceis-Unesp), na cidade de Rio Claro, conseguiu desenvolver um eficiente sistema para o controle de formigas a partir dos conhecimentos adquiridos em mais de duas décadas de pesquisa básica. O inseticida é um mata-formiga na forma de isca, produto que o inseto leva para o interior do ninho como se fosse alimento. Lá dentro, por conta do complexo sistema de trocas alimentares das formigas – umas fornecem comida às outras com alimentos regurgitados –, o veneno atinge grande número de indivíduos, aniquilando o formigueiro.

O desafio dos cientistas foi produzir uma isca tóxica que imitasse com perfeição o alimento das formigas, porque elas são animais muito sensíveis e não se deixam “enganar” facilmente. [...] Leia mais.


Via: Revista de Pesquisa da FAPESP - Edição Impressa 132 - Fevereiro 2007

Foto: Eduardo Cesar

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Em que somos bons?

Estudos apontam 11 áreas do conhecimento em que a pesquisa brasileira brilha no mundo
Por Fabrício Marques


Dois estudos publicados na revista Anais da Academia Brasileira de Ciências traçaram um retrato inédito do que o Brasil vem produzindo de mais relevante na cena científica internacional. Os pesquisadores Rogerio Meneghini e Abel Packer, do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme), debruçaram-se sobre a nata da produção acadêmica nacional entre os anos de 1994 e 2003: o conjunto de 248 artigos científicos citados mais de cem vezes em outros artigos de publicações vinculadas à base de dados Thomson-ISI (Instituto para Informação Científica, na sigla em inglês). Essa amostra representa 0,23% dos 109.916 artigos de brasileiros publicados em revistas indexados no ISI naquele período. A repercussão de um paper é ordinariamente medida pelo número de menções que ele recebe em outros artigos.

O passo seguinte foi tentar agrupar os 248 artigos em áreas do conhecimento. Foi possível encontrar denominadores comuns em 114 deles, levando os autores a concluir que 25 núcleos de excelência brasileiros obtiveram destaque especial em 11 diferentes campos: [...] Leia mais

Via: Revista de Pesquisa da FAPESP - Edição Impressa 132 - Fevereiro 2007

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Capital Digital

É o blog de Luiz de Queiroz.

Jornalista, 22 anos de profissão. Formado em Comunicação Social. Trabalhou nos jornais Correio Braziliense, Jornal de Brasília, O Globo, Jornal do Brasil, rádio CBN, nas agências de Tempo Real do Jornal do Brasil e FolhaNews. No setor de TI foi Editor Regional da revista Computerworld, em Brasília, e repórter do Caderno Tecnologia da Informação da Gazeta Mercantil. Atualmente é editor do Convergência Digital. Em 2006 recebeu o Prêmio ABDI de Política Industrial

Via: Capital Digital

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Finep redireciona R$ 155 milhões para ações ligadas à inovação

Lançado pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), no final do ano passado, o primeiro edital do programa, destinado a apoiar projetos inovadores nos setores da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (Pitce), finalizou a primeira etapa do projeto. Segundo comunicado oficial da Finep, a entidade aprovou 70 projetos nas oito áreas prioritárias da Política Industrial.

No total, serão liberados R$ 145 milhões para o desenvolvimento de novas tecnologias em semicondutores e software, voltados para TV Digital e aplicações mobilizadoras e estratégicas; fármacos e medicamentos, com atenção para aids e hepatite; bens de capital, com foco na cadeia produtiva de biocombustíveis e de combustíveis sólidos; setor aeroespacial; nanotecnologia; biotecnologia; biomassa e energias alternativas.

A entidade assume que apesar da elevada demanda - mais de 1099 projetos foram encaminhados - a maior parte não atendeu aos requisitos solicitados pelo programa. Em função disso, dos R$300 milhões destinados para a primeira fase - R$ 210 milhões para oito áreas prioritárias e R$ 90 milhões em temas gerais da Pitce - apenas R$ 145 milhões foram destinados para os 70 projetos aprovados.

Os R$ 155 milhões restantes, informa no comunicado o presidente da Finep, Odilon Marcuzzo do Canto, serão agora direcionados para a segunda e última fase do edital, que irá contemplar os temas gerais: São eles as ações de incentivo ao desenvolvimento tecnológico e inovação para o aumento da competitividade das empresas, para o adensamento tecnológico e dinamização das cadeias produtivas e dos arranjos produtivos locais (APLs) ou, ainda, o incremento dos investimentos privados em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I).

Conforme anunciado pelo MCT, o programa de subvenção deverá receber R$ 510 milhões de 2006 a 2008. De acordo com o presidente da FINEP, foram selecionadas para a segunda fase 487 propostas que passarão pelo mesmo processo de análise feito para as áreas prioritárias. O resultado da análise dos projetos, que incluirá avaliação de mérito por consultores externos e levantamento das condições econômica, financeira e jurídica das empresas, deverá ser divulgado em março.

O presidente da Finep admitiu ainda que houve atraso na divulgação do primeiro resultado, previsto para acontecer a partir de dezembro. Mas, segundo ele, é a primeira vez que o Brasil pratica a subvenção e a FINEP decidiu sacrificar o tempo e não a qualidade.

Do total de recursos aprovados na primeira fase, R$ 68,8 milhões serão destinados a projetos de micro e pequenas empresas. O resultado superou as expectativas já que o edital previa investimentos de no mínimo R$ 60 milhões para essa categoria de empresas. Outra exigência é que 30% dos recursos, ou seja, R$ 90 milhões, sejam alocados em empresas localizadas nas áreas da Ada e da Adene. Até o momento, com a avaliação dos temas prioritários, a FINEP só conseguiu aprovar R$ 22,4 milhões em projetos de empresas dessas regiões. "Não encontramos propostas qualificadas para atender o edital", completou Marcuzzo.

Destaques

As áreas de TV digital, fármacos e medicamentos e Aeroespacial foram as que mais receberam recursos na primeira fase do edital da Subvenção. O setor Aeroespacial teve 10 propostas aprovadas no valor total de 36,3 milhões e o segmento de TV Digital 16 propostas avaliadas em R$ 30 milhões. A área de fármacos e medicamentos receberá R$ 23,6 milhões para o desenvolvimento de três projetos.

"Aprovamos propostas importantes para o sistema de TV Digital e de novas moléculas para a cadeia de Aids e hepatite, conforme previsto no programa prioritário do governo", afirma Eliane Bahruth. Nos outros temas, a demanda aprovada com foco nos temas prioritários ficou aquém da expectativa.

Via: Convergência Digital

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Senado aprovou no dia 13 novos incentivos fiscais para inovação tecnológica

Por Luiz Queiroz
Convergência Digital 13/02/2007

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), aprovou nesta terça-feira (13/02) o projeto de Lei do Executivo 124/2006, que cria um novo incentivo fiscal para empresas que venham a invistir em pesquisa científica e inovação tecnológica (C&T).

Pelo projeto, já aprovado em dezembro do ano passado pela Câmara, uma empresa poderá excluir da apuração do lucro líquido para efeito de apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), os gastos que forem efetuados com projetos de pesquisa e tecnologia. A exclusão corresponderá a 50%, no mínimo, e 250%, no máximo, dos dispêndios efetivados.

A proposição altera a Lei 11.196/05, que estimula a inovação tecnológica. Na prática, entretanto, somente as grandes empresas de TI poderão deduzir como despesa da base de cálculo do Imposto de Renda e da CSLL, o pagamento que elas fazem para às instituições científicas e tecnológicas para pesquisas.

As pequenas e algumas médias empresas, sobretudo às do setor de software não entram no benefício, porque o projeto não alcança àquelas que optam pelo lucro presumido, ou seja, a maioria do mercado.

Um dos dispositivos do projeto limita a concessão do incentivo para os projetos previamente selecionados por um comitê permanente de acompanhamento de ações de pesquisa e inovação tecnológica. Esse comitê deverá ter representantes de três ministérios: Ciência e Tecnologia; Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e Educação.

A CAE deixou de avaliar uma emenda do senador Flexa Ribeiro, PSDB/PA, que concederia o incentivo fiscal para as empresas que desenvolvem novos produtos, como no caso do software. A emenda terá de ser analisada pela nova Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado Federal, para onde o projeto foi encaminhado, antes que seja submetido ao plenário.

Via: Convergência Digital

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Isopor vegetal


Espuma biodegradável pode substituir vários tipos de plástico

Por Dinorah Ereno


Resinas obtidas de plantas como milho, arroz, cana-de-açúcar, soja e mamona são a base de produtos biodegradáveis destinados a substituir o poliestireno expandido (EPS), um produto de difícil reciclagem derivado do petróleo conhecido popularmente como isopor, utilizado principalmente pelo mercado de embalagens. A Bioespuma, nome comercial e patenteado do material desenvolvido pela empresa Kehl, na cidade paulista de São Carlos, foi aplicada em vários produtos, como bandejas para comercialização de frutas e legumes, embalagens para aparelhos eletroeletrônicos, suportes para plantio de mudas e sementes com nutrientes agregados e tapetes absorventes para produtos químicos.
Fonte: Revista de Pesquisa da FAPESP - Edição Impressa 132 - Fevereiro 2007
Foto: Eduardo Cesar.

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Lição de anatomia




Exposição Bodies produz um espetáculo espantoso e minucioso da anatomia humana




Mariluce Moura, de Nova York
Edição Impressa 132 - Fevereiro 2007


O que temos ali? O corpo visível em sua completa materialidade, camada após camada, e perceptível nas adaptações ao movimento, em suas funções, muitas, uma após a outra até a compreensão de sua fantástica funcionalidade. O corpo insistentemente reiterado, inteiro, depois dissecado em partes, em fatias, ossos, músculos, nervos, vasos e vísceras. Numa multiplicidade atordoante, ele se oferece ao olhar leigo nessa exposição pensada em cada detalhe para iluminar um espetáculo fascinante, espantoso talvez, e minucioso da anatomia humana.


Estamos diante de Bodies... the exhibition num espaço de quase 3 mil metros quadrados no South Sea Port, em Manhattan, Nova York. Mas poderíamos estar igualmente em Miami, Seattle, Las Vegas, Londres, Berlim, Amsterdã ou Tóquio, e a exposição poderia se chamar Body worlds, Body exploration, The Universe within ou Bodies revealed que não faria diferença. Em todas essas exposições, popularizadas nos últimos anos a ponto de já terem atraído algumas dezenas de milhões de visitantes desde a pioneira delas – Body worlds, de 1996 –, o que permite pôr em cena esse corpo humano hiper-real é uma técnica chamada plastinação ou plastinização, criada pelo anatomista alemão Gunther von Hagens em 1975, patenteada em 1977 e refinada até se encontrar em condições de utilização em 1990.

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15 Fevereiro 2007

O Software made in Brazil

Recentemente, o software brasileiro recebeu duas páginas de elogios em dois dos principais jornais econômicos internacionais, The Financial Times e The Wall Street Journal. Uma pesquisadora do MIT chegou a afirmar que a qualidade do software brasileiro era um dos segredos mais bem guardados do mundo.
Poucos anos depois de ousar as primeiras investidas nos Estados Unidos, através da Brasscom (uma associação de empresas criada para esse fim), os desenvolvedores brasileiros convivem com duas realidades. Numa ponta, o reconhecimento internacional. Na outra, uma ameaça latente de transferência de parte relevante da produção para a Argentina – graças aos incentivos criados pelo governo Kirschner para a indústria de softwares local.
Principal porta-voz do setor, o presidente da Brasscom e da CPM Informática, Antonio do Rego Gil, foi a primeira pessoa que, alguns anos atrás, apontou para a possibilidade concreta de o país começar a comer a Índia pelas bordas. Hoje em dia ele vai além. Garante que a Índia não mais é páreo para o Brasil, apesar das exportações indianas ainda serem consideravelmente superiores às brasileiras.
O superaquecimento do setor, acabou deixando a Índia de calças curtas. O turn-over nas empresas indianas chega a 60%. A qualidade vem caindo significativamente, enquanto o custo do desenvolvedor vai aumentando cada vez mais.
Dias atrás, sua empresa recebeu uma visita de um representante do Gardners Group do Japão, que tinha vindo ao Brasil atrás de desenvolvedores. Os clientes japoneses estão insatisfeitos com as empresas indianas, e não querem depender de desenvolvedores russos ou chineses. Também recebeu a visita de uma enorme empresa global, que exigiu que seus fornecedores indianos passassem a produzir 20% dos serviços fora da Índia, em função da instabilidade política da região.
No final do mês, junto com a Câmara Americana do Comércio, a Brasscom irá realizar um seminário com executivos americanos interessados em fazer “outsourcing” (terceirização de serviços de Tecnologia da Informação) no Brasil. Foram convidados dez grandes executivos de TI de multinacionais americanas. Já se inscreveram 30.
A oferta de novos desenvolvedores começa a passar, agora, pelas empresas de call-center (que empregam centenas de milhares de atendentes). Na hora da seleção, identificam funcionários com bom potencial para se tornar desenvolvedor, e ele passa a receber treinamento dentro do próprio horário de serviço.
Um dos problemas mais sérios das empresas de software é o custo trabalhista dos desenvolvedores. Na média um desenvolvedor brasileiro é mais barato que um indiano. Com 80% de encargos, fica mais caro. Parte do setor recorre pesadamente a PJs (pessoas jurídicas que dão nota), mas com isso ficam reféns da rotatividade. Tanto assim que as maiores empresas, para garantir seus funcionários, estão formalizando toda relação trabalhista. Com o apoio do Ministro de Ciência e Tecnologia Sérgio Rezende, e do Ministro do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior Luiz Furlan, o setor tentou incluir no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) um regime previdenciário especial para seus funcionários. Não conseguiu. Mas continua tentando.
Comentário: Tão importantes quanto o post do Nassif são os comentários apresentados no mesmo post.

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Institutos do MCT lançam Núcleo de Inovação Tecnológica

Para facilitar a relação da pesquisa com o mercado e torná-la mais produtiva, o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) e o Observatório Nacional (ON) estabeleceram, em parceria a criação do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT).

O Núcleo será instalado no CBPF e vai agir em duas frentes: na informação e avaliação do que as instituições têm a oferecer e na prospecção e levantamento de informações sobre empresas e instituições que possam se interessar por seus serviços.

A primeira frente consistirá em fazer um levantamento do informações em cada Instituto de seus produtos ou serviços que possam ser aproveitado pelo mercado, seja para prestação de serviços ou transferência de tecnologia.

A Lei de Inovação permite que as instituições façam consultoria, prestação de serviços e desenvolvimento de tecnologia em parceria com empresas. O NIT vai apoiar o relacionamento dos laboratórios desses Institutos para que estes prestem serviço à comunidade e sejam também utilizados por empresas.

A segunda parte do trabalho é identificar, no setor produtivo, quem precisa da tecnologia produzida nesses centros de pesquisa e oferecer o apoio necessário (documentos iniciais para entendimentos, contratos, termos de sigilo etc.) para que um acordo seja estabelecido.

Segundo os diretores do CBPF, do ON, e do LNCC, a idéia de fazer o núcleo em conjunto surgiu porque as três instituições trabalham com pesquisa básica e não têm como missão fundamental a transferência de tecnologia e venda de serviços.

Uma das metas é expandir a produção dos Institutos do MCT, que atualmente se restringe quase exclusivamente à publicação de artigos, passando também a transferir para a sociedade tecnologias resultantes das suas atividades científicas. As verbas para o projeto vêm da Finep.

Fonte: Núcleo de Comunicação Social do CBPF
Via: Lista do IASI

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Ano das inovações africanas

Dirigentes dos países participantes na reunião de cúpula da União Africana (UA), realizada no fim de janeiro em Adis-Abeba, na Etiópia, decidiram lançar o Ano das Inovações Africanas.
A iniciativa tem como objetivo estimular a capacidade de inovação no continente. O Ano das Inovações será lançado oficialmente em julho, em reunião extraordinária da UA em Acra, Gana.


“Em julho, vamos comemorar a industrialização na África e lançar o ano de celebração da ciência e da tecnologia africanas”, disse Alpha Konare, presidente da AU, na reunião de cúpula que terminou no dia 30 de janeiro, segundo a agência de notícias SciDev.Net.

Para os pesquisadores presentes no encontro, a declaração deverá tornar o público mais informado sobre o tema, uma vez que a maioria desconhece a capacidade inovativa do continente. Mas só isso não basta. “É um começo importante, mas o processo exige forte apoio das lideranças políticas”, disse Stephen Agong, diretor executivo da Academia Africana de Ciências.

Para Abdoulie Janneh, secretário executivo da Comissão Econômica para a África das Nações Unidas, as políticas de ciência e tecnologia no continente estão ultrapassadas e as relações dos governos com a comunidade científica enfraquecidas.

“É preciso criar uma capacidade de inovação que permita gerar, estimular e desenvolver grande número de cientistas, engenheiros e técnicos”, disse Janneh. Segundo ele, para que sejam desenvolvidas tecnologias que atendam necessidades nacionais e regionais, será necessário criar “fortes relações” entre indústrias com base tecnológica, instituições acadêmicas e governos.

Para Janneh, se a África quiser cumprir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio até 2015 precisará escalonar os investimentos em ciência e tecnologia.

Mais informações:
www.africa-union.org

Via: NIT/BA

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Prêmio Fundação Altran: 1 milhão de euros para inovação

A Altran, empresa francesa de consultoria em tecnologia e inovação, anunciou a abertura da 10ª edição do Prêmio Fundação Altran destinado a projetos para a promoção da saúde e melhoraria da qualidade de vida das pessoas.

O valor do prêmio, de até um milhão de euros, será convertido em consultoria da Altran para o desenvolvimento do projeto vencedor, o que incluirá todas as competências da empresa em P&D, desde o gerenciamento de projetos até o design e a industrialização.

Os projetos inscritos serão analisados por um júri internacional composto por especialistas da Altran e de instituições ligadas ao tema proposto. As inscrições estão abertas até 27 de março e podem ser feitas pelo site www.altran.foundation.org.

Poderão participar pesquisadores e empresas de tecnologia de todo o mundo.